Arquivo da Tag: "INFLAÇÃO"
29
06

Alimentos podem ter alta de 12%, diz CNA

Por Estadão Conteúdo

 

Por causa da tabela do frete, o preço dos alimentos pode subir 12,1%, segundo estudo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que prevê impactos além da cesta básica. Se o custo for totalmente repassado à cadeia produtiva, a inflação poderá ficar entre 5% ou 6%, ameaçando atingir o valor máximo da meta fixada para este ano.

 

Cesta poderá sofrer reajuste de mais de R$ 50

Esses dados foram apresentados na quinta-feira, 28, na audiência de conciliação promovida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux entre caminhoneiros e empresas na busca de um acordo em torno da tabela do frete. Fux relata uma ação direta de inconstitucionalidade da Medida Provisória 832, que criou uma política de preços mínimos para o frete.

 

O cálculo da CNA diz respeito a alimentos como arroz, carnes, feijão, leite, ovos, tubérculos, frutas e legumes, que respondem por 90,4% da cesta básica. A conclusão é que, com o encarecimento desses itens, a cesta básica passará a consumir 50% de um salário mínimo a partir de julho, ante 46,2% até maio.

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19
06

Frete tabelado pode tirar R$ 53 bi da economia

Por Estadão Conteúdo

 

A alta de custos com o tabelamento do frete será da ordem de R$ 53,2 bilhões sobre o conjunto da economia, mais do que o País tem investido, por ano, em infraestrutura. Isso deve provocar uma elevação de 0,92 ponto porcentual na taxa de inflação e reduzir a massa salarial real em R$ 20,7 bilhões.

 

As estimativas constam de petição da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) enviada ao Supremo Tribunal Federal. As duas entidades, que respondem por pelo menos 80% da comercialização de soja do País, pediram para entrar como parte interessada na Ação Declaratória de Inconstitucionalidade movida pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil contra o tabelamento do frete.

 

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13
06

Aprosoja é contra pauta mínima do frete

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) emitiu uma nota esclarecendo que não participa de nenhuma negociação referente à fixação de preços mínimos de fretes de cargas a granel pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (Aneel), seja com o Governo Federal ou com as entidades representativas dos caminhoneiros.

 

A pauta mínima do frete foi a principal reivindicação que motivou a paralisação dos caminhoneiros, que durou pelo menos 10 dias em todo o país. Segundo uma das lideranças que sentaram à mesa com a União, Gilson Baitaca – representante dos transportadores de grãos em Mato Grosso – essa era uma pauta histórica, que fazia parte da luta da classe desde a década de 90.

 

“A Aprosoja reforça, mais uma vez, que é contrária a qualquer tipo de tabelamento de frete. A auto regulação dos preços do frete deve ser conduzida, única e exclusivamente, pelo mercado, seguindo o princípio básico da economia de ‘Oferta e Demanda'”.

 

A Aprosoja ainda considera que o tabelamento do frete vai elevar os preços praticados. O reflexo será, segundo a associação que representa os produtores de soja e milho de Mato Grosso, aumento dos preços das mercadorias que chegam até o cidadão. “Já que o país é totalmente dependente do modal rodoviário de transporte, o que acarretará aumento da inflação”.

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25
02

Concessionárias de rodovias aumentam pedágio, mesmo sem cumprir contrato

Foto: Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

As concessionárias de rodovias federais aumentaram as tarifas de pedágio em até 70% acima da inflação mesmo com obras atrasadas e sem cumprir obrigações do contrato, como a duplicação das estradas. A acusação é do Tribunal de Contas da União (TCU), que fez um levantamento detalhado das obras realizadas pelas concessionárias e confrontou essas informações com os reajustes autorizados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

 

A agência regula as concessões nesse setor, que somam mais de 9 9 mil quilômetros, o equivalente a 15% da atual malha federal pavimentada. O TCU não afirma que haja irregularidade nos aumentos, mas acusa a ANTT de adotar uma posição conivente com os reajustes dos pedágios, favorecendo uma postura “oportunista” das concessionárias. A agência e as empresas contestam (leia mais nas págs. B4 e B5).

 

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20
10

IGP-M acumula deflação de 1,3% em 12 meses

Por Vitor Abdala
Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,3% na segunda prévia de outubro deste ano. A taxa é inferior à observado na segunda prévia de setembro (0,41%). Apesar da inflação, o IGP-M acumula deflação de 1,81% no ano e de 1,3% em 12 meses.

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16
10

Mercado eleva projeção da inflação de 2,98% para 3% em 2017

1Por Kelly Oliveira

Agência Brasil

O mercado financeiro aumentou a projeção para inflação pela segunda vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 2,98% para 3%, este ano. A estimativa é do Boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos. (mais…)

04
10

IPC-Fipe sobe 0,02% em setembro e acumula inflação de 1,09% desde janeiro

1O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, teve alta marginal de 0,02% em setembro, desacelerando em relação ao avanço de 0,10% verificado em agosto segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

A taxa de setembro ficou dentro do intervalo de 12 estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, que era de baixa de 0,06% a alta de 0,06%, mas ligeiramente acima da mediana, de +0,01%.

Entre janeiro e setembro, o IPC-Fipe acumulou inflação de 1,09%. No período de 12 meses até setembro, a taxa foi de 2,25%.

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06
09

Alta dos combustíveis puxa inflação oficial em agosto

1Por Vitor Abdala

Agência Brasil

A alta no preço dos combustíveis de 6,67% em agosto foi a principal responsável pela variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a gasolina teve aumento de 7,19% e o etanol, de 5,71% no período.

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