Arquivo da Tag: "PSD"
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Planalto teme impacto de tensão eleitoral na reforma

Por Estadão Conteúdo

 

O Palácio do Planalto teme que a disputa entre os pré-candidatos à Presidência Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Henrique Meirelles (PSD) e a crescente tensão eleitoral possam atrapalhar a aprovação da reforma da Previdência, marcada para o dia 19 de fevereiro. O elogio feito pelo emedebista ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada na quinta-feira, teve como principal objetivo, segundo fontes do Planalto, brecar um início de atrito entre o presidente da Câmara dos Deputados e o ministro da Fazenda.

 

Maia e Meirelles se colocam como possíveis candidatos do governo na eleição presidencial deste ano e, ao lado de Alckmin, buscam se apresentar como o nome de centro na corrida pelo Planalto. O jornal mostrou que Maia trabalha para minar Meirelles em meio a seus movimentos pela eleição, já tem equipe e articula alianças.

 

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12
01

Secretário nega filiação ao PPS e diz que irá seguir conselho de Pedro Taques

Por Jessica Bachega/Felipe Leonel

HiperNotícias

 

O secretário de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo Duarte, negou que tenha se filiado ao PPS, mas admitiu diálogo com a sigla para candidatura a cargo político nas próximas eleições. Ele pondera que seguirá a sugestão do governador Pedro Taques (PSDB) para decidir seu futuro nas eleições deste ano.

“Estou conversando com o PPS, com PSD, com PSDB. Tem pessoas do nosso grupo que vão se filiar a vários desses partidos. É uma questão de composição”, frisou.

 

Duarte contou que existe a possibilidade de deixar a Pasta ainda em abril. Há conversas com o governador para a saída para trabalhar em sua campanha eleitoral para deputado estadual nas eleições deste ano.

 

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11
01

Contra isolamento, Alckmin busca ao menos cinco partidos

Foto: Divulgação

Por Estadão Conteúdo

 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), começa o ano eleitoral com a meta de formar alianças nacionais para a disputa pelo Planalto com ao menos cinco legendas. Com dificuldade de fazer acordos com MDB, do presidente Michel Temer, e DEM, do deputado Rodrigo Maia, que também tem se colocado como opção, o tucano mira, no atual cenário, em partidos considerados médios, como PR, PSB, PTB, PPS, PV e Solidariedade. A aliados, Alckmin tem dito que o primeiro objetivo é evitar uma candidatura isolada.

 

Com o cenário aberto para a chegada de novos postulantes ao cargo, o governador praticamente já descarta a tese de que as forças políticas de centro devem convergir para um único nome. Mas considera que três candidatos podem ser demais, em referência às pretensões de Maia e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD).

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10
01

Blairo nega, mas simpatia por candidatura de Mauro Mendes é notória

O PSDB não arreda o pé da candidatura ao Senado do deputado federal Nilson Leitão, mas pretende – garante o presidente da sigla, Paulo Borges – defender o projeto a reeleição do governador Pedro Taques. Os tucanos não tratam de alianças. Aliás, cuidam de protelar as discussões eleitorais.

 

Todos os cargos
O PSDB até sinaliza para os atuais aliados que pode compor nas eleições de outubro, mas anuncia candidaturas a Presidência, ao Governo e ao Senado. Isso explica, em parte, as articulações de partidos aliados em torno de projetos alternativos.

 

Preferência
Blairo Maggi – que acabou desautorizando o presidente estadual do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca – negou já estar defendendo a candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes ao Governo. Disse que só quer tratar de política depois de março. Mas a simpatia de Blairo pela candidatura de Mauro Mendes é notória.

 

Majoritária
Por falar em alianças, o PSD do vice-governador Carlos Fávaro, vem reiterando que não abre mão de participação numa chapa majoritária nas próximas eleições. A aspiração é legítima. O PSD tem a maior bancada na Assembleia (seis deputados), 200 vereadores, 25 prefeitos e 21 vice-prefeitos.

 

Pesadelo
O ano começou embaçado lá no Paiaguás, com o escalonamento – e consequente atraso – no pagamento do salário do funcionalismo, e a perspectiva nada positiva de manter repasses parciais do duodécimo dos poderes, além de atrasos no pagamento de fornecedores e prestadores de serviço. O cenário neste momento é ruim, tanto financeira como politicamente.

 

Sem crise
Pedro Taques tem conseguido manter sólido o apoio do Judiciário, do Legislativo e das instituições às quais tem obrigação legal de repassar integral e pontualmente os recursos constitucionais, à exceção da Defensoria Pública, que ingressou com uma ação contra o Governo no Supremo Tribunal Federal para receber a verba. Em que pese a chiadeira nos bastidores, não existe nenhuma crise institucional.

 

Mais arrocho
Tudo indica que o Governo vai manter os repasses constitucionais no ritmo atual. Isso significa que os poderes e instituições não poderão fazer investimentos e provavelmente terão até que ampliar cortes de custeio.

18
08

MT: Medeiros está de saída do PSD e pode ser candidato ao governo em 2018

1Por Renan Marcel / Pablo Rodrigo

Sem espaço no PSD para o seu projeto político e eleitoral, o senador José Medeiros está de malas prontas para ir para o Podemos (antigo PTN) e poderá até mesmo disputar o governo de Mato Grosso em 2018. O convite foi feito pelos senadores Romário (Pod-RJ)  e Alvaro Dias (Pod-PR), que é o presidenciável da “nova” sigla. De acordo com Medeiros, a filiação “está 85% certa”. “Só preciso comunicar e conversar com o meu grupo político”, diz o senador.

 

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26
01

MT: Taques rejeita pressão e diz que escolha é individual

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Por Rafael Costa

O governador Pedro Taques (PSDB) minimizou a pressão que tem sido feita nos últimos dias em relação à escolha do secretário de Estado de Meio Ambiente, que vai assumir a função a partir de março em razão da saída do vice-governador Carlos Fávaro (PSD). O PSB afirma já ter firmado um acordo que possibilitará ao partido a chefia da Sema. Entretanto, a bancada do PSD na Assembleia Legislativa defendeu que permaneça com o partido.

 

 

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06
01

PP, PR e PSD se reúnem com Planalto na próxima semana para fechar apoio a Maia

Os dirigentes do PP, PR e PSD se reúnem na próxima semana com representantes do governo Michel Temer para fechar detalhes do acordo de apoio dos três partidos à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara. A disputa pela presidência e outros cargos da Mesa Diretora da Casa está marcada para 2 de fevereiro.
PP, PR e PSD são os três maiores partidos do chamado Centrão e juntos reúnem mais de 120 dos 200 deputados do grupo. Formado por parlamentares de 13 siglas diferentes, o bloco informal disputa espaço na base aliada com Maia e tem dois pré-candidatos à presidência da Câmara: os líderes do PSD, Rogério Rosso (DF), e do PTB, Jovair Arantes (GO).
O acordo de apoio a Maia começou a ser costurado por PP, PR e PSD no fim do ano passado. A primeira reunião ocorreu entre o presidente do PR, Antônio Carlos Rodrigues, com o ministro Gilberto Kassab (Comunicações), que comanda o PSD. Em seguida, Kassab conversou com o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP.
Reservadamente, integrantes dessas siglas dizem que o apoio a Maia se deve a três motivos principais. Porque o deputado do DEM honrou compromissos com os partidos, porque não acreditam que os dois candidatos do Centrão terão votos suficientes para se eleger e, principalmente, porque Maia é o candidato preferido do governo.
A preferência do Palácio do Planalto pela candidatura do parlamentar fluminense foi sinalizada aos três partidos ao longo das últimas semanas. Na terça-feira, 3, por exemplo, o líder do PR na Câmara, Aelton Freitas (MG), foi ao Planalto, quando foi recebido por Michel Temer, e conversou com auxiliares do presidente sobre a eleição na Câmara.
Convencidos do apoio a Maia, dirigentes do PP, PR e PSD marcaram de se reunir para fechar os detalhes do acordo na próxima segunda-feira, 9, ou terça-feira, 10, com algum ministro palaciano, provavelmente o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. O apoio dos partidos só será anunciado quando o deputado do DEM lançar oficialmente sua candidatura.
Em troca do apoio desses partidos à sua reeleição, Rodrigo Maia ofereceu, com aval do Planalto, a liderança do governo na Câmara e a 2ª vice-presidência ao PP. Ao PR, o deputado do DEM ofereceu a 1ª secretaria, espécie de prefeitura, que comanda o orçamento da Casa. O PSD, por sua vez, ficaria com a quarta secretaria da Mesa Diretora.
A expectativa de aliados de Maia é de que, com o anúncio de PP, PR e PSD, outros partidos do Centrão também anunciem apoio a reeleição do parlamentar fluminense. Além do DEM, o presidente da Câmara já conta com apoio da maioria dos deputados do PMDB e do PSDB, donos da segunda e terceira maiores bancadas da Casa.

Fonte: Estadão

04
10

PSD tem bom desempenho em MT e já pensa em 2018

1Por Patrícia Helena Dorileo

Lideranças do Partido Social Democrático (PSD) avaliou como muito positivo o desempenho da sigla nesta corrida eleitoral nos municípios. Elegeram 24 prefeitos, 16 vices e 182 vereadores. O vereador mais votado da Câmara de Cuiabá e do Estado, Toninho de Souza, é filiado ao partido. E, de acordo com o presidente regional do PSD, o vice-governador Carlos Fávaro, “certamente esse número deve aumentar após a diplomação e posse”, porque o partido recrutará novos parceiros.

 

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17
04

PSD divulga na íntegra carta de demissão de Kassab à presidenta Dilma

1Por Michèlle Canes*

Agência Brasil 

O Partido Social Democrático (PSD) divulgou neste domingo (17) a íntegra da carta enviada pelo presidente licenciado do partido, Gilberto Kassab, na última sexta-feira (15) à presidenta Dilma Rousseff.  Na sexta-feira passada, Kassab pediu demissão do cargo de ministro das Cidades, após o PSD declarar voto favorável ao impeachment da presidenta.

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