Arquivo da Tag: "FARMÁCIA DE ALTO CUSTO"
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MT não repõe estoque de medicamentos

1Por Priscilla Silva

A Defensoria Pública do Estado pediu a impugnação da contestação feita pelo governo do Estado, que deixou de cumprir ordem judicial determinando a reposição do estoque da Farmácia de Alto Custo, em Cuiabá. O prazo de 45 dias expirou em 31 de julho e os medicamentos ainda estão em falta. Na lista constam 59 itens.

 

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MT: Decisão garante regularização de estoque

1Por Simone Ishizuka

Após decisão judicial proferida em agravo de instrumento interposto pelo Ministério Público (MPE), o governo do Estado foi obrigado a regularizar o estoque de medicamentos da Farmácia de Alto Custo de Cuiabá em um prazo de 15 dias. A unidade de saúde sofria sérios problemas de atendimento, devido a falta de remédios nas prateleiras do local. . A ação civil pública foi proposta pela Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Cuiabá, em outubro do ano passado.

 

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MT: Falta de medicamentos volta a prejudicar pacientes

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Mais uma vez a falta de medicamentos na Farmácia de Alto Custo prejudica tratamento de vários pacientes que dependem do fornecimento da unidade para garantir o bem estar e a saúde. Usuários diabéticos dizem que estão sendodiretamente afetados, pois dois tipos de insulina que são retirados na farmácia estão em falta há cerca de dois meses. Vale ressaltar que plano de gestão do atual governo previa a reestruturação da unidade até 30 de janeiro deste ano.
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MT: Farmácia de alto custo amanhece fechada

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Por Priscilla Silva

A unidade da farmácia de alto custo de Cuiabá amanheceu fechada nesta segunda-feira (15). Desta vez, um problema no sistema impediu o atendimento aos pacientes que ficaram do lado de fora. Revoltados com falta de funcionários para esclarecer o problema e dar orientações uma aglomeração se formou. A reportagem do Jornal do Meio Dia, da TV Record Mato Grosso, esteve no local e confirmou que apenas um papel fixado na porta de entrada divulgava uma falha no sistema.

 

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MT: Farmácia Alto Custo – Horário fica reduzido e faltam medicamentos

2Por Elayne Mendes

A Gazeta

Em funcionamento com um horário diferenciado, a Farmácia de Alto Custo retomou os atendimentos nesta segunda-feira (22). Por causa do déficit de funcionários, a unidade está funcionando com o horário reduzido. Além disso, o problema da falta de medicamentos ainda persiste e muitos pacientes voltaram para casa sem a garantia de continuar os tratamentos.

 

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MT: MPF investiga medicamentos vencidos na Farmácia de Alto Custo

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito para apurar irregularidades na compra e distribuição de medicamentos da Farmácia de Alto Custo de Mato Grosso. A investigação, aberta por ordem da procuradora Bianca Britto de Araújo, tem por base relatório da Auditoria Geral do Estado (AGE), que apontou prejuízo de R$ 1,5 milhão em 6 meses e de R$ 2,8 milhões durante o período em que o Instituto Pernambucano de Assistência Social (Ipas) esteve à frente do serviço.

 

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MT: Comissão pede rompimento do contrato de gerenciamento da Farmácia da Alto Custo

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Um dos processos administrativos instaurados na Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) recomendou a rescisão do contrato mantido com o Instituto Pernambucano de Assistência Social (Ipas) para o gerenciamento da Central Estadual de Abastecimento de Insumos da Saúde (Ceadis), conhecida como Farmácia de Alto Custo.

Formado por servidores de carreira da SES, o grupo foi criado após a intervenção da unidade, decretada pelo governo em julho deste ano. Além desta comissão, outras duas estão em andamento. A reportagem é de Gláucio Nogueira.

 

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MT: Relatório sobre medicamentos vencidos só sai no dia 21 de novembro

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A Comissão que analisa o relatório da Auditoria-Geral do Estado (AGE) sobre o episódio de medicamentos vencidos da Farmácia de Alto Custo, que apontou prejuízos de R$3,2 milhões aos cofres públicos, pediu prazo de mais 15 dias para conclusão. A decisão sobre o relatório seria divulgada nesta terça-feira (6), mas só será concluída no dia 21 de novembro. A Comissão deve apontar em análise qual é o melhor destino para a Farmácia, que atualmente é gerenciada pela Organização Social de Saúde (OSS), Instituto Pernambucano (Ipas).

O relatório da Comissão deve nortear a decisão do atual secretário de Saúde, Jorge Lafetá, que poderá optar pela rescisão do contrato com o Ipas ou permanência da OSS, terceirização da unidade, ou que o governo assuma a gestão. Com isto, o relatório só será apresentado ao secretário no dia 21 de novembro, que terá a partir desta data 15 dias para tomar uma decisão, prazo que deve encerrar em 12 de dezembro. A reportagem é de Marianna Marimon.

 

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MT: Governo deve decidir destino da Farmácia de Alto Custo

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A Comissão Processante da Secretaria Estadual de Saúde (SES) que analisa o relatório da Auditoria Geral do Estado (AGE) sobre a perda de medicamentos na Farmácia de Alto Custo, gerenciada pela Organização Social de Saúde (OSS) Instituto Pernambucano (Ipas), deve julgar o caso e apresentar uma decisão ao titular da pasta, no dia 6 de novembro. Após esta data, haverá um prazo de 10 dias para que a SES se posicione sobre o relatório. Além da Comissão Processante, o contrato com o Ipas está sob intervenção do Estado.

Esta Comissão possui prazo de 120 dias, e analisa o relatório da AGE que apontou prejuízo de R$2,8 milhões ao erário, desde 2011 com a perda de medicamentos na Farmácia de Alto Custo. A partir do relatório da AGE, a Comissão Processante deve apontar três possíveis soluções para o governo: permanência do Ipas, terceirização ou assumir a unidade. A Comissão também deve julgar a responsabilidade do Ipas no episódio. A reportagem é de Marianna Marimon.

 

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MT: Farmácia de Alto Custo já recebeu 20% de remédios

A Farmácia de Alto Custo recebeu cerca de 20% dos medicamentos que estavam em falta no estoque, que em julho estava no patamar de 51%. Da lista de 197 medicamentos, 100 estavam em falta. O diretor da Farmácia, Sílvio Machado, informou que atualmente, o estoque já opera com 70% de medicamentos, sendo que faltam apenas 30%. A Secretaria de Saúde realizou aquisição de medicamentos, com dispensa de licitação, para cumprir medidas judiciais e atualizar o estoque da Farmácia.

Em maio eclodiu denúncia de medicamentos vencidos no estoque da Farmácia, que resultou em uma auditoria pela Auditoria Geral do Estado (AGE), que apontou prejuízo ao erário de mais de R$3 milhões, desde 2012. Após os dados apresentados pela AGE, o governador Silval Barbosa (PMDB), determinou intervenção na unidade que é gerenciada pela Organização Social de Saúde (OSS), Instituto Pernambucano (Ipas). O resultado da intervenção deve subsidiar a decisão do governador em romper o contrato com a OSS, assumir ou terceirizar a unidade. A reportagem é de Marianna Marimon.

 

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