Arquivo da Tag: "ELEIÇÕES 2014"
23
08

Improvável marca novo trecho de delação de Silval

A revelação da existência de um acordo envolvendo o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e o atual, Pedro Taques (PSDB), que teria sido firmado em 2014, beira o inverossímil. A informação – que estaria no acordo de delação do peemedebista com a Procuradoria-Geral da República (PGR) – aponta que em troca de um “corpo mole” de Silval no apoio a seu candidato à época, o ex-vereador Lúdio Cabral (PT), Taques não investigaria as contas de suas campanhas. Vamos aos fatos.

 

Momento político

Em 2014, a gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) estava entre as mais mal avaliadas da história, enquanto Taques, com quatro anos de Senado, despontava como candidato natural da oposição ao peemedebista, uma vez que o grupo que estava à época na situação sofria com a enorme rejeição ao candidato do PT. Taques venceu com folga a disputa, ainda no primeiro turno.

 

Fora do quadro

Apontado como articulador do acordo, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), se manteve completamente fora do processo eleitoral daquele ano. Além de ter grande parte dos seus amigos ao lado de Taques, o senador licenciado, à época no PR, possuía sérias divergências com Lúdio e não escondia o fato de ninguém.

 

Suspensão

Logo após tomar posse como governador, Taques determinou a suspensão de todos os pagamentos dos restos da gestão de Silval, conseguindo reverter a quitação de diversos repasses feitos no apagar das luzes pelo peemedebista. A medida não demonstra a existência de nenhum acordo político entre os dois.

 

Auditorias

Além de suspender os pagamentos feitos no final da gestão de Silval, Taques determinou a realização de diversas auditorias, que constataram irregularidades em várias áreas da administração pública, uma delas, em especial, a questão da concessão dos incentivos fiscais. Foi graças a este trabalho, inclusive, que a Polícia Civil começou a Operação Sodoma, que culminou com a prisão de Silval e da organização criminosa chefiada por ele.

 

Luz

Embora seja reconhecida a boa intenção do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que homologou a delação de Silval e a mantém em sigilo, parece ser razoável dar publicidade aos anexos do acordo para que todos os citados possam se defender das acusações. Vale lembrar que o ônus da prova, ou seja, a obrigação de provar, ainda cabe a quem acusa.

 

Na telinha

Uma parte dos deputados estaduais adotou um hábito diário: acompanhar o noticiário do Estado na TV. Eles sabem que, mais dia, menos dia, revelações de atos nada republicanos ditos por Silval, os atingirão. Ainda mais porque há a informação de que alguns destes encontros foram gravados.

 

Licença

Por falar em Assembleia Legislativa, o deputado Eduardo Botelho (PSB) deve se afastar por cerca de 10 dias de suas funções. Com isso, provavelmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que estipula um teto nos gastos públicos, tramitará sob as ordens do vice-presidente da Casa, Gilmar Fabris (PSD).

 

Estamos juntos

O empresário Eraí Maggi (PP) descartou qualquer chance de ser candidato ao governo e de se tornar oposição ao governador Pedro Taques (PSDB). Ele rebateu as afirmações do presidente estadual do PP, Ezequiel Fonseca, e aconselhou o parlamentar a ouvir mais as bases.

 

Podemos

Depois de espernear, fazer beicinho e reclamar, o senador José Medeiros deixou o PSD e assinou sua filiação ao Podemos. Resta saber se a sigla caminhará com Taques nas eleições do ano que vem ou se o ex-suplente do atual governador migrará para a oposição.

08
06

TSE começa terceiro dia de julgamento da chapa Dilma-Temer | Acompanhe ao vivo

1Por Felipe Pontes

Agência Brasil

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou na manhã de hoje (8) a análise da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014. Essa é a terceira sessão do julgamento.

 

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17
02

MT: Corte da verba

1As contas de campanha do diretório regional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), relativas às eleições de 2014, foram desaprovadas pelo TRE-MT. As irregularidades dizem respeito a não descrição de despesas realizadas e  doações a candidatos, além da falta de extratos bancários. Com a reprovação das contas, o PDT não receberá repasse de novas cotas do fundo partidário, pelo período de seis meses.

 

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07
11

Candidatos eleitos gastam 11 vezes mais que não eleitos

É o dinheiro, candidato! Quanto mais o postulante a um cargo legislativo arrecada, maior a chance de ele conseguir o que quer. Juntos, os cerca de 1,5 mil deputados federais, estaduais e distritais e os senadores eleitos gastaram 29% mais que a soma das despesas dos mais de 13 mil candidatos que não se elegeram. Os vencedores arrecadaram R$ 1,4 bilhão, ante R$ 1,1 bi dos derrotados. Na média, os eleitos gastaram 11 vezes mais que os não eleitos.

A diferença entre o gasto médio de vencedores e vencidos varia de cargo para cargo. A disputa financeira menos desigual é no Senado. São menos candidatos – média de 4 por vaga – e os partidos podem canalizar mais recursos para as candidaturas. Entre os concorrentes a senador, a campanha dos eleitos custou 4 3 vezes mais que a dos derrotados: R$ 4,9 milhões, em média, ante R$ 1,1 milhão para os que não irão a Brasília.  (mais…)

04
11

Candidatos que concorreram no primeiro turno têm até hoje para prestar contas

1Por André Richter

Agência Brasil

Os candidatos que concorreram no primeiro turno das eleições devem prestar as contas de campanha até hoje (4) aos tribunais regionais eleitorais. Além dos candidatos, os diretórios regionais dos partidos e os comitês financeiros das campanhas são obrigados pela Justiça Eleitoral a enviar os dados financeiros sobre despesas e receitas.

Os políticos que renunciaram, desistiram de concorrer ou que foram barrados pela Justiça Eleitoral devem entregar os dados referentes ao período em que participaram da disputa. Mesmo sem movimentações financeiras, a prestação de contas é obrigatória. (mais…)

02
11

MT: Silval se coloca à disposição para ajudar Taques

1

Por Welington Sabino

Com apenas mais 2 meses de mandato pela frente e amargando a derrota de seu grupo político nas eleições 2014, o governador Silval Barbosa (PMDB) irá entregar, em janeiro de 2015, o comando de Mato Grosso para Pedro Taques (PDT). O pedetista vem, ao longo dos últimos anos, tecendo várias críticas à gestão do peemedebista, mas apesar disso Silval garante que não joga no time do “quanto pior melhor” e deseja boa sorte ao seu sucessor, garantindo que estará pronto para ajudar Taques no que for preciso.

 

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI.

 

28
10

Cinco municípios de São Paulo terão novas eleições para prefeito em dezembro

Por Elaine Patricia Cruz

Agência Brasil 

Cinco municípios do estado de São Paulo terão novas eleições no dia 7 de dezembro. A decisão foi anunciada na noite de hoje (28) pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Segundo o tribunal, os eleitores dos municípios de Americana, Bento de Abreu, Cajamar, Indiana e Jumirim terão que ir às urnas em dezembro para escolher seus novos prefeitos. Só poderão participar das eleições, eleitores inscritos no município até o dia 9 de julho. Os candidatos aos cargos terão que ser inscritos até as 19h do dia 7 de novembro. (mais…)

28
10

Blog do Mauro na Gazeta

 

Brasil dividido

 

O PT de Dilma e Lula fez uma campanha lastreada no discurso da divisão dos brasileiros – da luta de classes, do pobre contra o rico, do povo contra ‘azelites‘. O resultado apertado nas urnas – 51,64% contra 48,36%, diferença de apenas 1,64% dos votos válidos mostrou ao PT uma conta amarga: o Brasil está dividido sim, mas não exatamente entre pobres e ricos.

 

Meio a meio

 

A campanha e as eleições mostraram que os trabalhadores estão divididos, a classe média está dividida, a elite intelectual está dividida, assim como a elite econômica. As urnas do segundo turno mostraram que os eleitores se dividiram entre a continuidade do petismo e a mudança de rumos.

 

Bandeira branca

 

Dilma Rousseff sentiu o peso dessa oposição que surgiu das urnas e tratou logo de pedir unidade ao País e clamar por diálogo. A presidenta, fragilizada apesar da vitória, fala em construir pontes entre seu governo e as forças divergentes que emergiram do embate eleitoral. Dilma e Lula, na coletiva pós-resultado, vestiram-se de branco, sugerindo um pedido de paz.

 

PT na berlinda 

 

Dilma, Lula e o PT já leram a inquietação das urnas. Sabem que a divisão que impuseram ao País se traduziu, também, num Congresso dividido e numa oposição mais forte. Além disso, o Brasil que perdeu as eleições não perdeu a vergonha: não tolera mais mensalões e petrolões.

 

Toma lá, da cá

 

Em tese, a presidenta reeleita conta com maioria de 304 dos 513 deputados federais e de 58 dos 81 senadores. Mas é uma maioria que ainda precisa ser ‘negociada‘.

 

Day after

 

O dia seguinte ao das eleições amanheceu registrando forte queda na Bolsa e forte alta do dólar. A Bolsa despencou 6,01% e o dólar chegou a subir 4%. As ações da Petrobras despencaram 14% e o rebuliço atingiu as ações de bancos estatais e privados.

 

Rifado

 

O mercado está cético quanto à capacidade do governo reeleito de mudar o cenário econômico. E com razão. A previsão mais otimista é de que o País feche o ano com um crescimento pífio, de novo, na casa de 0,27%, e com inflação beirando os 7%. Para acalmar o mercado a presidenta deve anunciar a demissão do ministro Guido Mantega, da Fazenda, nas próximas horas.

 

Candidatíssimo

 

O PT já prepara o lançamento da candidatura de Lula para suceder Dilma Rousseff nas eleições de 2018.

 

 

27
10

Dilma venceu a eleição mais difícil desde a redemocratização do país, diz Haddad

0Por Bruno Bocchini

Agência Brasil 

Em discurso a eleitores do PT, que comemoravam na Avenida Paulista a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse que a eleição desse domingo (26) foi a mais difícil desde a redemocratização do país. Segundo ele, a presidenta acertou, em seu discurso da vitória, ao pedir união aos brasileiros, e pediu que o povo apoie a proposta de Dilma de fazer a reforma política. (mais…)

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