Arquivo da Tag: "EDUARDO BOTELHO"
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Botelho confirma conversa sobre Fábio Garcia assumir a presidência do DEM

Por Pablo Rodrigo

HiperNotícias

 

 

O deputado federal Fábio Garcia, atualmente sem partido, poderá assumir a presidência estadual do Democratas em Mato Grosso. As negociações desta possibilidade são analisadas pelo presidente nacional da legenda, deputado federal Agripino Maia (DEM/RN).

 

“Existe sim essa possibilidade. É uma conversa que já teve. É uma possibilidade, mas é apenas conversa ainda, nada definido”, confirmou o deputado estadual Eduardo Botelho (PSB) que já definiu a sua ida para o DEM.

 

“É uma conversa nacional, mas precisa ser construída aqui no estado. Por isso estamos conversando”, completou. (mais…)

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PEC do Teto será votada duas vezes novamente; votação final será dia 7 de dezembro

Por Felipe Leonel

HiperNotícias

 

O governador em exercício e presidente da Assembleia Legislativa (AL), deputado Eduardo Botelho (PSB), afirmou que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Teto de Gastos será votada pela última vez até o dia 7 de dezembro. A proposta havia passado por votação, porém houve mudanças “substanciais” ao texto e terá de ser votada em primeiro turno novamente.

 

Segundo Botelho, o secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira, deverá ir a Brasília para pedir mais tempo ao governo federal para Mato Grosso aderir ao plano de auxílio aos Estados. “Porque nós vamos conseguir aprovar lá pelo dia 7 de dezembro, se tudo correr bem. Não haverá tempo para aprovar, não tem como”, disse Botelho, em entrevista à Rádio Capital FM (101,9).

 

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MT: Assembleia só votará soltura de Gilmar Fabris se STF autorizar, diz Botelho

1Por FELIPE LEONEL

O presidente da Assembleia Legislativa (AL), deputado Eduardo Botelho (PSB), afirmou que a Casa de Leis vai votar uma eventual revogação da prisão do deputado Gilmar Fabris (PSD), apenas se houver autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Botelho explicou que a Assembleia poderia votar se fosse uma prisão em flagrante, porém o ministro do STF Luiz Fux converteu em preventiva.
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MT: Deputados voltam a participar de sessões e limpam pauta na terça-feira

1Por Hipernotícias

Após o apelo do presidente da Assembleia Legislativa (AL), deputado Eduardo Botelho (PSB), 19 parlamentares compareceram na sessão ordinária desta terça-feira (12), para o início das apreciações das matérias agendadas para esta semana.  Os deputados limparam a pauta prevista na Ordem do Dia com a votação de projetos de resolução, requerimentos, indicações e de projetos de lei em primeira e segunda votação.

 

 

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09

PEC do Teto de Gastos começa a ser debatida

A PEC do Teto de Gastos, que prometia um forte embate com a oposição na Assembleia e com setores do funcionalismo, não deverá sofrer tanta resistência assim.  É que a PEC não trata do polêmico aumento da alíquota da previdência e, além disso, garante o RGA – Reajuste Geral Anual e mantém as leis de carreira.

 

Sem congelamento

O discurso de congelamento dos salários pelos próximos dois anos, que mobilizaria o funcionalismo, está fora da pauta. E o debate sobre a Previdência ficou reservado para um projeto exclusivo.

 

Sem cargos

A PEC proíbe a concessão de novas leis de carreira que onerem a folha, a criação de novos cargos, aumento real de despesas de qualquer natureza. Mas não mexe em direitos já conquistados pelos servidores.

 

Sem custeio

O foco das resistências deve se resumir às manobras oposicionistas e a insatisfações pontuais, como as do Judiciário, que tem recursos para construir novos fóruns, mas não poderá, de acordo com a PEC, aumentar suas despesas com pessoal e custeio.

 

Só a inflação

No que diz respeito ao duodécimo, pelo menos aparentemente, deve prevalecer o entendimento de que os valores a serem repassados ficarão nos níveis de 2016, acrescidos apenas da inflação.

 

Sem pedágio

O excesso de arrecadação – que hoje precisa ser partilhado com todos os poderes e instituições-, quando ocorrer, ficará em sua maior parte com o Executivo. Apenas 20% do excesso de arrecadação serão utilizados para a quitação dos R$ 320 milhões de duodécimos atrasados.

 

Muito dinheiro

Com a PEC, o governo vai deixar de desembolsar pelo menos R$ 1 bilhão no período, o equivalente ao orçamento de um ano do Judiciário. Não é pouco dinheiro.

 

Busca de eficiência

A economia de recursos não é o único ponto relevante da PEC. A emenda vai obrigar a adoção de uma mudança de cultura na gestão pública: o que hoje é lastreado na busca de soluções para aumentar a arrecadação passará a ser assentado na busca da eficiência dos gastos.

 

Salários em dia

Outro aspecto a ser considerado é que o ajuste fiscal promovido pela PEC do Teto de Gastos vai garantir o pagamento dos salários do funcionalismo em dia nos próximos anos. Sem a PEC, o Estado vai se afundar numa inadimplência semelhante à enfrentada pelos Estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, onde se acumulam meses de vencimentos atrasados.

 

Tramitação organizada

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB), tratou de organizar a tramitação da PEC e estabeleceu um calendário que começa agora com 10 sessões para discussão, instituição da Comissão Especial que vai analisar a emenda, audiência pública para debate com a sociedade até culminar na votação da PEC pelo plenário, que deve ocorrer no dia 19 de outubro.

 

Articulador

Botelho tem se destacado na condução do Legislativo por sua capacidade de articulação. Conciliador, o presidente da Casa tem conseguido conduzir bem temas polêmicos e ajudado bastante o governo, como aconteceu no último debate sobre o RGA. A PEC do Teto de Gastos será um novo desafio, pois Botelho terá que administrar interesses do Judiciário e das instituições sem deixar que a emenda seja desfigurada.

09
08

Botelho descarta candidatura ao governo

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, que está de malas prontas para o Democratas, descartou a possibilidade de ser candidato ao governo. O parlamentar foi cogitado por lideranças do DEM, animados com o reforço que a legenda terá com a chegada de dissidentes do PSB.

 

Lealdade

Botelho tem dito, interna e externamente, que é leal ao governador Pedro Taques (PSDB) e que honrará o compromisso firmado como tucano de apoiá-lo à reeleição. A única chance de Botelho “mudar de opinião” seria com uma desistência de Taques, o que dificilmente ocorrerá.

 

Entusiasmado

Um dos defensores da possibilidade do deputado concorrer ao Palácio Paiaguás já em 2018 é o ex-deputado federal Júlio Campos (DEM), que vive uma nova fase depois que realizou um transplante de fígado. Há quem veja nas declarações de Júlio apenas uma forma de garantir espaço na chapa majoritária do grupo que apoia o governador.

 

Couto Magalhães

No caso de Botelho, o mais provável é a busca pela reeleição e, em 2020, será candidato do grupo de situação à sucessão de Lucimar Sacre de Campos (DEM), no comando da cidade de Várzea Grande. Como ainda há muito tempo, o parlamentar pode também se preparar para ser candidato à prefeitura de Cuiabá.

 

Não fecha

Fortalecidos, DEM, PSDB, PSD e PP devem ocupar as quatro principais vagas da chapa majoritária, mas longe de ser uma solução, a situação cria um grande problema. Afinal, como o grupo fará para arregimentar partidos menores, mas que possuem boa capilaridade, casos, por exemplo, de PV e PTB?

 

Fator Blairo

Quem pode acabar ajudando a formação definitiva do grupo é o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP). Se as tratativas para que o senador licenciado seja candidato a vice-presidente do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) avançarem, abre-se uma vaga na chapa de Mato Grosso que poderá ser usada para arregimentar estas legendas.

 

Duas chapas

Já a oposição de Taques deverá ter duas chapas na disputa, sobretudo por conta das composições nacionais. Isso porque PMDB e PT, que não falam mais a mesma língua e no Estado despontam como fortes oposicionistas, dificilmente seguirão juntos em Mato Grosso.

 

À esquerda

O mais provável, no momento, é o PT seguir com o PC do B e o PDT, dando aos dois partidos as vagas ao Senado, aproveitando o “casamento” entre Luiz Inácio Lula da Silva e Ciro Gomes, um dos dois candidato da esquerda à sucessão do presidente Michel Temer (PMDB).

 

Com Welington

Já o PMDB pode seguir apoiando Welington Fagundes (PR) que, embora negue, sonha ser candidato ao governo de Mato Grosso. Um dos possíveis senadores deste grupo seria ninguém menos que o deputado Carlos Bezerra (PMDB), de olho na possibilidade de ficar mais oito anos em Brasília. A segunda vaga poderia ser oferecida, por exemplo, ao PTB, reeditando o grupo que venceu as eleições municipais de Cuiabá.

 

Fator Mendes

Um personagem que pode modificar por completo o cenário político do momento é o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Jornalistas de Brasília afirmam que ele deixará a magistratura este ano. Só não se sabe se para ingressar na política ou para se dedicar ao ensino do Direito.

 

No STF

O ministro Gilmar Mendes, no entanto, em recente entrevista à Rádio Capital FM (101.9), garantiu em alto e bom som que não deixa o STF neste momento e que não pensa em disputas eleitorais. Admite a possibilidade de mudar-se para Portugal, no futuro, quando se aposentar. Deve continuar ensinando Direito.

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06

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Valtenir reassume PSB, que deve sofrer debandada

Como a coluna afirmou em primeira mão no dia 8 de maio, o deputado Valtenir Pereira está pronto para reassumir o comando do PSB em Mato Grosso. Com as bênçãos do PMDB, ele assinou o ato de filiação e está pronto para comandar, em Mato Grosso, o berço socialista.

 

Acerto adiantado

A confirmação das tratativas foi feita pelo presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), que recebeu a informação da possibilidade de uma fonte em Brasília. Ele adiantou que os membros do PSB irão discutir o assunto antes de tomar qualquer decisão.

 

Debandada

Um dos efeitos imediatos da efetivação da entrada de Valtenir é a saída de muitos quadros do partido, como o deputado Oscar Bezerra (PSB), desafeto declarado do parlamentar. Mauro Mendes, Fábio Garcia e Adilton Sahetti também não ficam com Pereira no comando do PSB.

 

Guerra fria

Aliás, o assunto virou uma verdadeira guerra de bastidores, com o ex-prefeito Mauro Mendes (PSB) tomando a frente do grupo. Dono de um imenso capital político, ele tentava convencer a Executiva a nomeá-lo presidente, abandonando a ideia do retorno de Valternir. Não conseguiu.

 

Caminho traçado

Se isso acontecesse, o destino de Mendes estaria traçado. Ele pretende se lançar ao Senado e lutar pela reeleição do atual governador Pedro Taques (PSDB), com o compromisso do grupo de ser candidato ao governo em 2022. Agora, com a confirmação do retorno de Pereira, o tabuleiro político do ano que vem, que já estava difícil de ser analisado, ganhou mais um componente de imprevisibilidade.

 

Todos querem

Os partidos começaram a se mexer internamente para acomodar as lideranças socialistas que deixarão a sigla com a volta de Pereira. Isso certamente provocará uma imensa modificação no quadro político atual, uma vez que fala-se em 100 lideranças políticas trocando de partido.

 

Fator emendas

Já Valtenir terá a missão de estruturar o que sobrar do PSB, arregimentando seus aliados, a exemplo do que fez em 2013, quando fundou o Pros. Um ponto forte do parlamentar é sua facilidade em conseguir emendas, o que o coloca nas primeiras posições do ranking de recursos transferidos.

 

Desanimador

O encontro do presidente Michel Temer (PMDB) com 16 governadores pode ser considerado desanimador. À espera do anúncio de “dinheiro novo”, os chefes dos Executivos estaduais serviram apenas de apoio ao presidente, cada vez mais enrolado, que busca demonstrar apoio político.

 

Sem avanço

A possibilidade de realocação das emendas da bancada mato-grossense para a quitação de dívidas da Saúde ainda segue em discussão. O governador Pedro Taques (PSDB) esteve em Brasília e, antes de se encontrar com Temer, discutiu o assunto com os parlamentares. Até o momento, nenhuma novidade.

 

Condolências

A coluna se solidariza com os familiares a amigos do grande jornalista Jorge Bastos Moreno, cuiabano de nascimento, que faleceu aos 63 anos. Dono de um currículo formidável, ele leva consigo parte da história recente da política brasileira, seja contando fatos ou bastidores. A todos, os nossos sentimentos.

 

03
05

Cortejados

 

A decisão da Executiva Nacional do PSB de suspender a Comissão Provisória de Mato Grosso abriu a temporada de telefonemas e convites aos pessebistas, em especial ao presidente afastado da sigla, deputado Fábio Garcia. Pelo menos dois partidos estão perto de fazer um convite a ele.

 

Convite próximo

Os dois partidos interessados em Garcia são o PP e o PSD, mas o PSDB também não deverá ficar para trás. Até o momento, Garcia tem dito a interlocutores que está focado em seu trabalho no Legislativo e que qualquer conversa neste sentido, se ocorrer, “acontecerá no tempo certo”.

 

Tiro no pé

Aliás, se Garcia deixar o PSB pode puxar uma imensa fila, tornando um dos principais partidos de Mato Grosso praticamente um nanico. A julgar por aqueles que manifestaram apoio ao deputado, podemos citar Mauro Mendes, Eduardo Botelho, Max Russi, Oscar Bezerra, Adriano Silva e Adilton Sachetti. Um time de peso.

 

Punição branda

Por conta disso, há quem acredite que a punição a Garcia, por ter contrariado ordem do partido e votado a favor da reforma política, será branda, apenas “para inglês ver”.

 

Preocupado

As movimentações recentes dos partidos políticos estão deixando o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, de orelha em pé. Dos dois partidos que o convidaram, PP e PTB, o primeiro se mostra bem próximo ao governador Pedro Taques (PSDB) e o segundo, inclusive já aderiu à base do tucano.

 

Moeda de troca

Joaquim teme ser usado pelos dirigentes das duas siglas, caso opte por uma delas, como moeda de troca na composição das chapas para as eleições do ano que vem. Mais ou menos o que ocorreu com o ex-juiz Julier Sebastião em 2014, quando era filiado ao PMDB. O agora pedetista era candidato até que Carlos Bezerra, presidente estadual da sigla, fechou apoio a Lúdio Cabral (PT).

 

Quem avisa…

A possibilidade de que isso ocorra não passou despercebida pelas pessoas próximas a Joaquim. O presidente do TCE já foi avisado por vários deles da possibilidade de ser “rifado” na hora das composições. Se isso ocorrer não será por falta de aviso e nem tampouco de experiência.

 

Em casa

Já está em casa o prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (SD). Ele foi internado na Santa Casa da cidade após passar mal. Até o momento não há noticia da doença do prefeito, que seguirá em repouso pelos próximos dez dias. Neste período ele fará exames complementares. O vice-prefeito, Ubaldo Barros, assumirá o comando do município.

Integração

O governador Pedro Taques (PSDB) segue nesta semana para a Bolívia, com o objetivo de discutir uma possível parceria comercial que pode incluir desde a importação de gás e de ureia, até melhorias nas rodovias que ligam os dois países e programas que estimulem o turismo, com a criação de novos destinos aéreos. O encontro ocorre um ano após o governador ter liderado a Caravana da Integração.

 

Atrasado

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) Eduardo Botelho (PSB) disse que vai cobrar do Estado o pagamento das emendas impositivas de 2017 que estão em atraso por parte do Governo estadual. Ele afirmou que uma negociação será feita com o Estado nesta semana para definir um calendário do repasse, que soma R$ 129,6 milhões.

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04

MT: Votação do relatório da CPI da Copa fica para a próxima terça-feira

1O deputado Zeca Viana (PDT-MT) cobrou o relatório da CPI da Copa do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), e do vice-presidente, Gilmar Fabris (PSD) na sessão desta quarta-feira (19/4). Ele apresentou um requerimento com esse objetivo.

 

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MT: Botelho quer congelamento “flexível” do duodécimo dos Poderes

Alan Cosme/HiperNoticias

Alan Cosme/HiperNoticias

Por Pablo Rodrigo

O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT) deputado Eduardo Botelho (PSB) já comunicou o governador Pedro Taques (PSDB) de que não aceitará o congelamento do duodécimo dos Poderes – Ministério Público Estadual (MPE), Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Assembleia e Tribunal de Contas do Estado (TCE) – pelos próximos 10 anos, conforme a proposta nacional do corte dos gastos para os 27 Estados.

 

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