Arquivo da Tag: "DINHEIRO PÚBLICO"
21
08

Cabo Daciolo usa verba da Câmara para alugar helicóptero

Foto: Reprodução/Facebook

Por Estadão Conteúdo

 

Candidato do Patriota à Presidência da República, o deputado federal Cabo Daciolo (RJ) alugou um helicóptero com dinheiro público para ir à greve dos caminhoneiros, movimento nacional que ele apoiou. O pagamento pelo voo, no valor de R$ 5 mil, foi feito pela Câmara.

 

Em 26 de maio, cinco dias após o início das paralisações nas estradas, Daciolo fretou o helicóptero Esquilo de prefixo PT-YDF na Heli-Rio Táxi Aéreo – modelo fabricado pela Helibras em 1997, que tem capacidade para cinco passageiros. O voo durou cerca de duas horas, embora o deputado não tenha chegado ao destino – um encontro com caminhoneiros autônomos na Rodovia Presidente Dutra.

 

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01
12

Maioria do STF aceita denúncia contra Renan por peculato

Brasília - Presidente do Senado, Renan Calheiros, inicia sessão de discussão da PEC da reforma política (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Brasília – Presidente do Senado, Renan Calheiros, inicia sessão de discussão da PEC da reforma política (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Por André Richter

Agência Brasil

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu aceitar denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2013 contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) pelo crime de peculato, que consiste no desvio de dinheiro público. Se os votos já proferidos forem mantidos, Renan passa à condição de réu no STF.

A sessão continua para que os ministros possam decidir sobre a prescrição dos crimes de falsificação e uso de documento falso.

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15
06

Blog do Mauro na Gazeta

 

 

Inelegíveis

 

Muita gente que já está com pré-campanha na rua levou um banho de água fria com a divulgação da lista dos fichas-sujas do Tribunal de Contas da União.

 

Na Chapada

 

É o caso do ex-prefeito Gilberto Mello, candidato declarado na disputa em Chapada dos Guimarães, mas que está inelegível, segundo o TCU.

 

Exemplo

 

Deputado constituinte, ex-senador (suplente), vice-prefeito de Cuiabá, ex-secretário de Saúde da Capital e atualmente no comando da Saúde de Várzea Grande, Luiz Soares é um exemplo no que diz respeito à transparência com o dinheiro público e respeito ao contribuinte.

 

Transparência

 

Luiz Soares tem por prática publicar e dar divulgação às despesas realizadas com dinheiro público. Está distribuindo relatório detalhado de todos os recursos da Secretaria de Saúde de Várzea Grande e de todas as despesas realizadas no período em que está à frente da Pasta. Nota fiscal por nota fiscal. Isso é transparência. O resto é arremedo.

 

Reforma

1

O governador Pedro Taques (PSDB), em entrevista ao vivo na TV Record, ontem, admitiu que fará mudanças no seu staff com a ‘reforma administrativa‘ que pretende anunciar em breve.

– Precisamos fazer a máquina rodar, ninguém é insubstituível. Precisamos sim cortar na carne, reduzir secretarias (…)

 

Sigilo

 

Taques justificou sua decisão de manter reserva sobre a ‘reforma administrativa‘ que deve ser encaminhada para o Legislativo:

– Eu, governador, demito secretário embasado em resultados e não vou anunciar maiores detalhes dessa reforma, pois estaria sendo antiético, podendo até penalizar os servidores que integram essa reforma.

 

Crítica

 

O ministro da Agricultura, senador Blairo Maggi (PP), criticou na última segunda-feira a condução do Governo no caso da Revisão Geral Anual. Blairo, que implantou a RGA quando governou o Estado, disse que faltou diálogo com o funcionalismo.

 

Farpa

 

O governador devolveu a crítica feita pelo ministro:

– A culpa desse problema da Revisão Geral Anual é fruto de decisões erradas tomadas pelos governadores passados. Eu não apoiei o Silval Barbosa (PMDB), nem a gestão de Dilma Roussef (PT), disse.

 

 

09
06

MT: Imóvel de luxo pertence à Janaina Riva

1Por Simone Ishizuka

Alvo de busca e apreensão pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), o apartamento de luxo localizado no Rio de Janeiro pertence à deputada Janaína Riva (PSD) e aos irmãos. Eles são filhos do ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD) e Janete Riva (PSD), principais suspeitos de chefiar um esquema de desvio de dinheiro público, investigado pela Operação Imperador. Em nota, a parlamentar revelou que ainda não foi notificada da decisão.

 

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23
03

Caso Petrobras é o maior já apurado, afirma ex-ministro

1Não é possível afirmar que o escândalo de corrupção na Petrobras revelado pela Operação Lava Jato é o maior caso de desvios de dinheiro público da história do País mas é, certamente, o maior esquema já investigado e punido. A opinião é do ex-juiz baiano Jorge Hage, que entre 2006 e 2014 comandou a Controladoria-Geral da União (CGU), órgão do governo federal encarregado de investigar denúncias de corrupção. (mais…)

19
01

MT: ‘Paguei tudo corretamente’, afirma Eder

1Por Lauro Nabuco

A Gazeta

Apontado como principal articulador do esquema de desvio e lavagem de dinheiro público investigado pelos
Ministérios Públicos Estadual (MPE) e Federal (MPF) e que resultou na deflagração da operação Ararath, o ex-secretário de Estado, Eder Moraes, (PMDB) afirma que, embora não esteja tranquilo com a investigação contra si, também não está “desesperado”.

 

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13
08

MT: Henry denuncia desvio de R$18 milhões/ano na saúde do Estado

1

O deputado federal, Pedro Henry (PP), que comandou a pasta da saúde no Estado, de 2011 a 2012, em coletiva de imprensa durante ato para substituição da presidência da sigla em Mato Grosso, nesta segunda-feira (12), traçou um panorama dos problemas do setor, e denunciou que o governo do Estado deixa de repassar cerca de R$1,5 mi/mensais para Sinop, o que equivale a R$18 milhões por ano, que estariam sendo desviados da sua finalidade. Henry questiona para onde estão indo estes valores que são repassados pelo Ministério da Saúde.

Conforme o deputado, o Ministério da Saúde repassa R$2,8 milhões por mês para serem investidos em Sinop, e que deste valor, apenas R$1,3 mi estão sendo repassados. “Estão deixando de aplicar mais de R$1,5 mi por mês para o atendimento de média e alta complexidade, ou seja, não abrem leitos e cirurgias, então, para onde está indo este dinheiro? Este desvio equivale a R$18 milhões em um ano, que deixaram de ser aplicados. É um descaso com o dinheiro público, e eu possuo cópia de todos estes contratos”, reclamou. A reportagem é de Marianna Marimon.

 

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