Arquivo da Tag: "DILMA ROUSSEFF"
08
08

PT se alia a partidos que apoiaram impeachment

Por Estadão Conteúdo

 

Apesar do discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe”, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente cassada em 2016 e integraram o governo Michel Temer. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o PT será cabeça de chapa ao governo em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Na mão inversa, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo afastamento de Dilma vão ter o apoio do PT.

 

Desses nove, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB – que sempre foi um aliado histórico dos petistas – fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência.

 

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27
04

Delação de Palocci na PF provoca incertezas, dizem advogados

Foto: Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

A delação premiada que o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma) fechou com a Polícia Federal reacendeu a polêmica sobre a competência dos policiais para negociar tal tipo de acordo.

 

A votação sobre essa questão está parada no Supremo Tribunal Federal. Em 13 de dezembro, a maioria dos ministros (6 a 0) entendeu que autoridade policial pode fechar os acordos sem a necessidade da participação do Ministério Público. A sessão, no entanto, foi suspensa após solicitação do ministro Marco Aurélio.

 

Para a advogada constitucionalista Vera Chemim, “esse acordo pode ser feito independentemente da indefinição do STF sobre o tema, porque a Lei 12.850/2013, a lei que define organização criminosa e abre caminho para as delações premiadas, já prevê que a Polícia Federal pode formalizar o acordo na fase de investigação”. “Posteriormente o juiz apenas homologa o acordo desde que seja legal, voluntário e regular”, explica.

 

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26
04

Ciro Gomes: Não sou Dilma; você acha que um marginal como Cunha me derrubaria?

Por Estadão Conteúdo

Pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes disse na manhã desta quinta-feira, 26, que, se for eleito, não será tarefa fácil derrubá-lo do cargo, mas admitiu que precisará de respaldo popular para governar. “Se vocês (vereadores, sociedade, povo) deixarem, vão me derrubar. (Mas) Não vai ser fácil não, porque não sou a Dilma (Rousseff), sou do ramo. Tu acha que um marginal como Eduardo Cunha me derrubaria? É preciso ser muito mais homem do que eu para me derrubar”, disse na 16ª Marcha dos Vereadores, em Brasília.

 

Em discurso, o pré-candidato disse que é preciso dar apoio ao próximo presidente, caso contrário “eles vão derrubar o terceiro o quarto, o quinto porque isso está escrito nesse país enquanto não virarmos o jogo”. Para o ex-ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva, ter na história da redemocratização dois presidentes cassados faz com que o País “não aguente esse nível de instabilidade”. “A Nação vai precisar se dar as mãos para sair dessa profunda encalacrada”, declarou.

 

Na avaliação de Ciro, o Congresso Nacional derrubou Dilma Rousseff, “uma presidente honrada, embora estivesse fazendo um governo ruim”, num processo de impeachment “inventado” e que não dá mais para aceitar “gente que não tem voto” governando. “Remédio para governo ruim é pressão popular e data de eleição para mudar”, afirmou.

 

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04
04

Lula acompanha julgamento ao lado de Dilma e outros políticos

Por Camila Boehm

Agência Brasil

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanha o julgamento de seu pedido de habeas corpus preventivo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, São Paulo. Lula chegou ao local por volta das 11h30 e assiste ao julgamento em companhia da ex-presidenta Dilma Rousseff, do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, e dos governadores de Minas Gerais Fernando Pimentel, do Acre, Tião Viana, e do Piauí, Wellington Dias.

Também estão presentes o presidente estadual do PT, Luiz Marinho, o presidente da Central Única dos Trabalhadores em São Paulo (CUT-SP), o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro, e os ex-ministros Miguel Rosseto e Paulo Vanucchi.

 

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22
03

‘Finalistas’ em 2014, Dilma e Aécio podem ficar de fora das eleições neste ano

Por Estadão Conteúdo

 

Destinatários de 105 milhões de votos no segundo turno da eleição presidencial de 2014, a presidente cassada Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) passaram, em apenas quatro anos, dos papéis de protagonistas para os de coadjuvantes no jogo político nacional. Mantido o cenário atual, tanto Dilma quanto Aécio devem ficar de fora da disputa eleitoral deste ano.

 

As trajetórias individuais da petista e do tucano refletem as reviravoltas desde 2014, período no qual o País saiu de uma relativa tranquilidade institucional, foi chacoalhado por eventos como Lava Jato, impeachment, crise econômica sem precedentes, crescimento do antipetismo e da extrema-direita, rejeição ao governo do MDB, e chega à eleição seguinte em um quadro de muitas dúvidas.

 

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08
03

Fachin manda denúncia contra Lula e Dilma para primeira instância

Por Estadão Conteúdo

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin enviou para a Justiça Federal de Brasília a denúncia contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff pelo “quadrilhão do PT”. A acusação, por organização criminosa, foi oferecida pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em 2017, contra 16 pessoas.

 

Entre os denunciados que vão passar a responder na primeira instância estão ainda Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda), Edinho Silva (Comunicação), e ainda o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

 

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22
01

Para Dilma, discutir plano B ao nome de Lula é como pedir renúncia

Por Estadão Conteúdo

 

A presidente cassada Dilma Rousseff comparou as discussões sobre um possível plano B à pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos pedidos pela sua renúncia, quando ainda estava no poder. Segundo Dilma, nos dois casos, o que está por trás é uma tentativa de legitimar o “golpe” que, conforme ela, foi iniciado com o impeachment e ainda está em andamento. “Essa discussão sobre o plano B é igual a discussão sobre ‘renuncie, presidente’. Pediam, ‘renuncie, presidente, é um gesto de grandeza’. Gesto de grandeza nada. É a tentativa de mascarar o golpe”, disse Dilma, no início da tarde desta segunda-feira, 22.

 

A presidente cassada participou do seminário “Diálogos Internacionais Sobre a Democracia”, promovido pelas fundações Perseu Abramo (PT) e Maurício Garbois (PCdoB), em Porto Alegre. O evento, que contou com a participação de dezenas de líderes sindicais, de movimentos sociais e partidos de esquerda da América Latina, faz parte das mobilizações em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será julgado quarta-feira, 24, pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), na capital gaúcha.

 

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18
01

Outdoors do MBL em Porto Alegre pedem ‘Lula na cadeia’

Por Estadão Conteúdo

 

Cerca de 30 outdoors com dizeres pedindo “Lula na cadeia” foram instalados em avenidas de grande circulação de Porto Alegre e outras cidades da região metropolitana. Os cartazes são assinados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo Vem Pra Rua.

 

Iria Cabreira, uma das coordenadoras do Vem Pra Rua no Rio Grande do Sul, explica que a campanha é um ato de apoio ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), “que tem cumprido o seu papel”. Lula será julgado pelo TRF-4 no caso do triplex do Guarujá (SP) na próxima quarta-feira, dia 24.

 

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13
01

Suíça condena banqueiro por não alertar autoridades sobre conta de Cerveró

Wilson Dias/Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

A Justiça suíça condena, pela primeira vez, um banqueiro por conta de seu papel em esquemas de corrupção revelados pela Operação Lava Jato. Um dos diretores do banco Heritage violou as leis do país europeu ao não notificar as autoridades sobre as movimentações suspeitas do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. O brasileiro conseguiu, assim, praticamente esvaziar sua conta enquanto ela não foi denunciada e bloqueada.

 

Em 2017, o Estado revelou com exclusividade como os bancos suíços passaram a ser investigados por seu papel na Lava Jato, depois que o Ministério Público em Berna descobriu mais de mil contas envolvendo o escândalo no Brasil. Pelo artigo 37 da lei suíça sobre o combate à lavagem de dinheiro, bancos são obrigados a notificar a agência de controle financeiro diante de qualquer indício de movimentações fora dos padrões ou que impliquem volumes suspeitos.

 

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12
01

Crises fazem PT atrasar plano eleitoral de Lula

Por Estadão Conteúdo

 

O cenário político conturbado desde o início da Lava Jato, em 2014, o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, em 2016, e a indefinição jurídica sobre a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocaram atraso no cronograma eleitoral do PT. Em eleições passadas, nesta altura da disputa, o partido já tinha definido os nomes da coordenação da campanha responsáveis pelas articulações políticas, mesmo que informalmente.

 

Até agora, o único setor cujos integrantes já foram confirmados é o de programa de governo, a cargo do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.

 

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