Arquivo da Tag: "DELAÇÃO"
28
05

RGA parcelada e a polêmica com o funcionalismo

Ao contrário do que fez no ano passado, o Governo de Mato Grosso iniciou as tratativas para a Revisão geral Anual (RGA) apresentando uma proposta. Por conta da crise financeira, a proposta é pagar o índice de 6,58% em três parcelas, sendo as duas primeiras de 2,15% e a última de 2,14%, nos meses de janeiro, abril e setembro do ano que vem.

 

Passa na AL

Se em 2016, o governador Pedro Taques (PSDB) anunciou que não pagaria a RGA, se vendo depois obrigado a negociar com os deputados estaduais, desta vez o tucano chamou os parlamentares da base para formatar a proposta. Por conta disso, ela deve passar no Legislativo.

 

Aprendizado

Um dos deputados da base, em off, afirmou que Taques aprendeu com os erros do ano passado, quando acabou sofrendo um forte desgaste junto ao funcionalismo, com direito a uma longa greve e a concessão de um reajuste, ainda que a contragosto.

 

Voto de confiança

Na mesma tacada, o governador conseguiu cumprir a promessa feita aos servidores com relação à RGA do ano passado. Para chegar 11,28% da revisão de 2015, os servidores terão 1,74% de aumento na folha de junho e outros 1,708% na folha de setembro deste ano

 

Rejeição

O Fórum Sindical anunciou que deve rejeitar a proposta e criticou a postura do governo de apresentar a previsão da RGA à imprensa antes de debater o assunto com o sindicalismo. Ainda que ameace greve, a entidade perde força uma vez que o reajuste está assegurado, mesmo em um momento de forte crise.

 

Mais difícil

Já o Pacto pela Saúde, que prevê o remanejamento de recursos para a quitação dos pagamentos atrasados aos hospitais regionais ainda patina. Esta semana será crucial para que se chegue a um acordo envolvendo os poderes, municípios e o setor produtivo.

 

Só em junho

Enquanto vê seu governo derreter, o presidente Michel Temer (PMDB) tem ouvido dos cada vez menos aliados que só conseguirá reorganizar a casa depois de 6 de junho, quando o TSE começa a julgar a cassação da chapa formada por ele e pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

 

Tudo parado

Até a data do julgamento, é pouco ou cada vez menos provável que haja a retomada das discussões das reformas, que estavam em andamento no Congresso Nacional até a delação dos executivos da JBS.

 

Rediscussão

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes revelou sua disposição em rediscutir a forma como delações premiadas devem ser homologadas e também a decretação de prisão após a condenação em segunda instância. Os últimos acontecimentos – leia-se JBS – motivaram a decisão.

 

CPI

A JBS também não deve escapar de uma retaliação dos políticos. Deputados e senadores, inclusive de Mato Grosso, defendem a implantação de uma CPI mista para investigar a atuação da empresa.

24
05

País recebeu US$ 3,46 bilhões logo após estouro da crise política

1Nos dois dias após o estouro provocado pela delação do dono da JBS, Joesley Batista, que colocou em risco o governo de Michel Temer, o Brasil recebeu do exterior um total de US$ 3,46 bilhões. Os recursos entraram no País na quinta e na sexta-feira da semana passada, tanto pela via comercial quanto pela via financeira, segundo divulgou nesta terça-feira, 23, o Banco Central.

O movimento chama a atenção já que a crise política, em tese, torna o País menos atrativo a investimentos diretos em empresas ou em ativos como ações e títulos públicos. (mais…)

22
05

Temer faz ofensiva para evitar desmanche da base

1Depois de Michel Temer investir na estratégia de desqualificar o empresário Joesley Batista e pedir ao Supremo Tribunal Federal a suspensão do inquérito contra ele com base na delação do dono da JBS, o presidente e seus principais ministros fizeram neste domingo, 21, um esforço concentrado para evitar o desmanche da base aliada. Principais sócios da coalizão governista, PSDB e DEM atenderam a apelos do Planalto e decidiram esperar a decisão do STF para anunciar se rompem ou não com a gestão Temer.

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20
05

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Tinha que ter Silval na delação dos irmão JBS

Adivinhem quem está na delação dos executivos da JBS? Ele mesmo, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), acusado por Wesley Batista de ter exigido e recebido R$ 30 milhões em troca de benefícios fiscais ilegítimos.

 

Ele também

Parceiro inseparável de Silval em muitas empreitadas, o ex-secretário Pedro Nadaf também foi citado pelos empresários. Ele teria sido o responsável por elaborar métodos do retorno do valor investido pelo frigorífico. Além disso, tinha papel ativo na distribuição da propina e, como sempre, ficou com uma parte do butim.

 

Haja dinheiro

A soma dos recursos desviados pela organização criminosa chefiada por Silval vai atingindo uma soma considerável. Não fosse a atuação do Ministério Público e a manobra que favoreceu a JBS teria custado ao povo de Mato Grosso mais de R$ 73 milhões. Desta forma, pode-se afirmar que o custo da corrupção tem papel importante nos problemas de caixa do Estado.

 

Mais gente

Com repasses em profusão, os donos da JBS são responsáveis pela eleição de muitos políticos no Brasil. A expectativa fica pela inclusão de mais políticos de Mato Grosso na lista de beneficiários da JBS.

 

Temer enrolado

As delações complicaram ainda mais a situação do presidente Michel Temer (PMDB). OS executivos afirmaram que ele tratou pessoalmente da propina com seus interlocutores, chegando a embolsar R$ 1 milhão do que foi enviado ao partido.

 

Calado

Além dos crimes cometidos na cobrança da propina, Temer cometeu uma falha grave ao ouvir Joseley Batista narrar crimes em série e, ao invés do que deve fazer um bom agente público, se calou diante de declarações grvíssimas.

 

Alpiste

Segundo um dos executivos, Temer usava uma metáfora para falar do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). Para saber se os repasses que compravam o silêncio do parlamentar cassado estavam ocorrendo, ele perguntava se a JBS estava “dando alpiste ao passarinho”.

 

Abandono

Na política há muito pouco de solidariedade. Com a situação de Temer bem delicada, os partidos e as lideranças políticas começam a fugir do peemedebista. Se a solidão for muito forte, ele, que não tem mais nenhuma condição de governar o país, renuncia.

 

Paralisia

De qualquer forma, até que haja uma decisão, o Brasil voltou a viver a paralisa pré-impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Isso, é claro, desaquece a economia, barra as reformar propostas pelo Executivo e tem efeitos desastrosos, que estouram no bolso dos cidadãos mais pobres.

 

Sem acordo

Em nível estadual, Mato Grosso tem pelo menos 900 milhões de motivos para lamentar. Obras importantes como a retomada do Veículo Leve sobre Trilos (VLT), cujo aval para a realização da operação de crédito depende da aprovação dos deputados estaduais. O país parou de novo.

 

 

19
05

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Renúncia já!

A única saída do (ainda) presidente Michel Temer (PMDB), diante da delação dos donos da JBS, é a renúncia ao cargo. Não há neste momento a menor condição do peemedebista, acusado de ter dado o aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), continuar a comandar o país, em um momento fundamental para a retomada do crescimento com a discussão de reformas estruturais.

 

Impactante

Embora tenha feito um pronunciamento negando a possibilidade de deixar o cargo, a divulgação da íntegra da delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que deverá ocorrer em breve, terá um efeito devastador no que ainda sobrou de seu governo. Ou ele renuncia, ou “renunciam” ele.

 

Desembarque

Do ponto de vista político, a revelação da existência das provas já provocou uma debandada na base de Temer. O PPS, que tem o Ministério da Cultura, já anunciou sua saída da base e passou a defender a renúncia, a exemplo de outros partidos. O PSDB deve seguir este caminho, embora, como sempre, esteja em cima do muro e, como se sabe, tende a cair deste muro no lado errado.

 

Sem base

Se antes tinha um contingente de parlamentares próximo ao mínimo necessário para a aprovação da reforma da previdência, agora Temer perdeu completamente as condições morais e políticas para arregimentar deputados e senadores em prol das mudanças. O Brasil entrará em uma nova paralisia, que resultará no agravamento das crises econômica e política.

 

Serenidade

Mesmo no momento histórico mais dramático da história do Brasil, é preciso ter serenidade e, como dizia o cuiabano e ex-presidente Eurico Gaspar Dutra, perguntar “o que diz o livrinho”. Conforme o artigo 81 da Constituição Federal, no caso de vacância da presidência e da vice-presidência, o presidente da Câmara assume o cargo e convoca eleições, indiretas, no prazo de 30 dias. Isso precisa ser respeitado.

 

Fortalecimento

Embora haja um esforço gigantesco de alguns setores em defender a convocação de novas eleições diretas, é o momento de não se permitir que a Constituição Federal seja rasgada a cada crise, a cada solavanco de nossa jovem democracia. Até porque, sem reformas profundas no sistema político não há nenhuma garantia de que uma eleição direta resolva os problemas do país.

 

Obstrução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, incapaz de conter um vazamento com informações do tamanho da delação dos diretores da JBS, tem se mostrado, no mínimo, “vacilante”. Ele deveria homologar com celeridade a delação, dar publicidade às provas e permitir que se tenha conhecimento do todo. O único acerto foi a abertura da investigação contra Temer por suposta obstrução à Justiça.

 

“Não renunciarei”

Temer foi enfático em seu pronunciamento e, de forma taxativa, assegurou que não renuncia ao cargo. Ele classificou as gravações como “clandestinas” e cobrou celeridade na apuração dos fatos. Contrariando a maioria dos conselhos que recebeu, decidiu não deixar a presidência.

 

No abismo

Isso representará, sem dúvida, no agravamento da crise econômica, no momento em que os brasileiros começavam a enxergar uma luz no fim do túnel. Teremos, em breve, o aumento do desemprego, a queda no poder de compra da população, sobretudo a mais pobre, e o aumento no preço dos produtos. Ou seja, a decisão de Temer dificultará ainda mais a vida do brasileiro.

 

Ele também

A delação dos diretores da JBS atingiu em cheio o senador Aécio Neves (PSDB/MG). Além de ter a irmã presa, o político foi afastado do cargo por Fachin e só não foi preso porque o ministro não aceitou o pedido do Ministério Público Federal (MPF). Diante dos fatos, o tucano deixou o comando do PSDB e, de quebra, levou à zero qualquer chance de se candidatar às eleições de 2018. A qualquer cargo.

18
05

Supremo Tribunal Federal afasta Aécio Neves do mandato de senador

1O Supremo Tribunal Federal afastou o senador Aécio Neves (PSDB) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) de seus cargos no Congresso Nacional após pedido da Procuradoria-geral da República com base na delação de Joesley Batista e pessoas ligadas ao grupo J&F. Aécio foi gravado solicitando R$ 2 milhões ao empresário e Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal recebendo valores do empresário.

 

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI.

 

 

18
05

Caminho sem volta

A simples existência das gravações supostamente feitas pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, do presidente Michel Temer (PMDB) dando aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) tira toda possibilidade de que o peemedebista, que assumiu o cargo com o impeachment de Dilma Rousseff (PT), permaneça no cargo.

 

Mala de dinheiro

A gravação teria flagrado Temer indicando o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB/PR) para resolver um assunto relacionado à holding que controla a JBS. Tempos depois o parlamentar foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil. Ele ouviu do empresário que estava ocorrendo o pagamento de uma mesada a Cunha e disse: “Tem que manter isso, viu?”.

 

Aécio também

Já o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, foi gravado pedindo R$ 2 milhões a um dos donos da JBS. A quantia teria sido entregue a um primo de Neves, episódio também filmado.

 

Clima de velório

Tão logo foi revelada a existência da gravação, que faz parte de um acordo de colaboração firmado por Batista, pelo jornalista Lauro Jardim, o clima no Palácio do Planalto ficou semelhante a um velório. No centro do gabinete presidencial, o “corpo” de Temer, cada vez mais perto do precipício. A descrição foi passada à coluna por um integrante da base do peemedebista.

 

Ele nega

Por meio de nota, o (ainda) presidente negou ter feito qualquer tipo de solicitação para Batista em relação a Cunha. Temer admitiu ter se encontrado com o empresário em março deste ano, mas alegou que não houve nenhum diálogo que comprometesse a postura do presidente.

 

Diretas

Caso Temer renuncie, a Constituição prevê a realização de eleição indireta, por meio do Congresso Nacional. No entanto, começa a circular nas redes sociais uma imagem do ex-governador Dante de Oliveira trajando a célebre camiseta em defesa de eleições diretas. Uma eleição direta, nesta altura do mandato, não é prevista na Constituição.

 

Representação

Em Mato Grosso, o governador Pedro Taques (PSDB), que está em viagem aos Estados Unidos, protocolou duas representações contra o promotor Mauro Zaque, junto à Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A medida já havia sido anunciada pelo governador na semana passada.

 

Três crimes

Nas representações, Taques acusa Zaque, ex-secretário de Segurança Pública, de ter praticado três crimes: falsificação de documento público, denunciação caluniosa e prevaricação – pois teria deixado de praticar ato de ofício inerente à função ocupada.

 

Desculpas

Já o secretário do Gabinete de Comunicação do Governo, Kleber Lima, pediu desculpas publicamente à deputada estadual Janaina Riva (PMDB), por conta do compartilhamento de uma foto em que a deputada aparece de camisola. A imagem já circulava em aplicativos de smartphone para troca de mensagens antes que Lima as encaminhasse a alguns de seus contatos.

 

Cautela

É preciso que os atores do episódio dos grampos clandestinos adotem a cautela para falarem do assunto. Declarações desastradas, dadas nas últimas horas, ao invés de garantir a serenidade necessária para uma investigação séria, aumenta a histeria.

 

17
05

Dono da JBS grava Temer dando aval para comprar silêncio de Cunha

1Por O GLOBO

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

 

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI.

 

 

22
04

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

 

O rombo e a delação de Silval

No primeiro semestre de 2015, a Controladoria Geral do Estado (CGE) apresentou o resultado de uma série de auditorias feitas em contratos da gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Na ocasião, os auditores afirmaram que as irregularidades nos contratos atingiam a cifra de R$ 1 bilhão.

 

Sem coincidência

Não é coincidência o fato de que o mesmo R$ 1 bilhão apontado pela CGE seja agora estimado pelo Ministério Público como valor que potencialmente pode ser reavido das pessoas que poderão ser delatadas por Silval. A estimativa foi feita com base nos anexos já apresentados pelo peemedebista. O acordo, até o momento, não está fechado.

 

De cinema

Aliás, quem viu parte do material apresentado por Silval na sua tentativa de um acordo de colaboração assegura que, se as imagens feitas por ele vierem a público, haverá uma implosão de nomes e trajetórias de muitos políticos, alguns altamente promissores.

 

Sempre negando

Uma coisa chama a atenção nessa suposta e provável delação do ex-governador, o papel de seus advogados, Valber Melo e Ulisses Rabaneda, no caso. Claro, a natureza sigilosa de acordos deste tipo os impede de tecer quaisquer comentários, mas a veemência com que os dois negam o fato nos leva a suspeitar de que, talvez, eles não saibam mesmo de nada… a conferir.

 

Até ele

Matéria assinada pelo jornalista da Folha de S. Paulo, Elio Gaspari, dá conta de que a Odebrecht pagou uma mesada para uma suposta amante do ex-senador Roberto Campos, político cujo centenário do nascimento foi comemorado nesta semana. O caso, segundo Emílio Odebrecht, remonta à década de 1970, quando Campos atuou como embaixador brasileiro em Londres.

 

Desde sempre

Mais do que manchar o currículo genial de Campos, chamado de corifeu do liberalismo econômico brasileiro, o episódio mostra que a corrupção, embora robustecida nos últimos anos, é algo corriqueiro no cotidiano do nosso Brasil desde sempre.

 

Lá vem ela

A Câmara Municipal de Cuiabá começa a analisar o Projeto de Lei do Executivo para mais uma etapa na reforma administrativa proposta pelo prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB). A primeira medida que deverá ser votada é o desmembramento da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer. Enquanto Francisco Vuolo (PP) cuidará do Turismo, as outras duas áreas estarão sob os cuidados do vice-prefeito, Niuan Ribeiro (PTB).

 

Subprefeituras

Outro aspecto da reforma trata da recriação das subprefeituras, suprimidas na gestão do ex-prefeito Mauro Mendes (PSB). A ideia central é criar 12 subprefeituras, que facilitarão a gestão de todas as regiões da cidade.

 

Decisiva

A semana é decisiva para o futuro do acordo entre o governo e o consórcio responsável pelas obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Isso porque é esperada a votação do relatório final da CPI das Obras da Copa, com citações nada honrosas ao contrato firmado entre a gestão passada e o consórcio responsável pelo metrô de superfície.

 

Fala, Palocci

Não se fala outra coisa no meio político da possível delação do ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Antônio Paolcci (PT). No final de seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, ele se colocou à disposição para apresentar “nomes e fatos” que, nas palavras dele, podem esticar em mais um ano a Operação Lava Jato. A coluna deseja, fala Palocci

15
04

BJ diz que pagou R$ 5 milhões no exterior para campanha de Picciani ao Senado

1A campanha do deputado estadual Jorge Picciani (PDMB-RJ) ao Senado, em 2010, entrou na mira da delação da Odebrecht. O executivo Benedicto Júnior, o BJ, revelou que o Departamento de Propinas da empreiteira fez três depósitos, no valor correspondente a R$ 5 milhões, em favor de Picciani. O dinheiro foi transferido para uma conta do banco BVA no exterior, afirma o delator. A investigação foi remetida para o Tribunal Regional Federal da 2ª Região. (mais…)

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