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07

Suposta delação ‘bagunça’ cenário político

Revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a suposta delação premiada do ex-deputado José Geraldo Riva tem tudo para dificultar ainda mais qualquer prognóstico da corrida eleitoral do ano que vem. Conforme o jornal, um dos casos que teriam sido relatados por ele atinge em cheio o ministro Blairo Maggi (PP), que deverá tentar a reeleição ao Senado.

 

Desistência

A possível candidatura à presidência não está descartada, mas até se quiser buscar mais oito anos de Senado o ministro Blairo Maggi terá que ver superadas as notícias negativas envolvendo seu nome . A amigos, inclusive, ele teria confidenciado que poderia desistir da política e voltar ao mundo corporativo, onde é um empresário de sucesso.

 

Sem delação

Já Riva, por meio de seu advogado, negou que tenha feito qualquer tipo de acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), classificando a informação como mentirosa. Vale lembrar que o ex-secretário Pedro Nadaf passou meses negando uma delação, hoje homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Desespero

Observa-se que existe um enorme esforço de incluir Blairo Maggi nas delações premiadas, como forma de garantir a homologação de um acordo. Oproblemaé que não basta denunciar. É preciso apresentar provas. Blairo tem a imagem arranhada pela midia negativa, mas está longe de ser considerado culpado pelos fatos a ele atribuidos em delações não confirmadas.

 

Tirando o foco

O promotor de Justiça Mauro Zaque acusou o secretário de Justiça, Airton Benedito Siqueira Júnior, de tentar desviar o foco no caso dos grampos clandestinos. Para ele, a inclusão nos autos de informações relativas a 2007 não guarda nenhuma relação com a investigação atual.

 

Clima ruim

Dentro do Ministério Público Estadual (MP) o clima passa longe de ser bom. Ninguém tem mais dúvidas que algumas figuras graúdas do órgão acabarão chamuscadas por conta da investigação dos grampos. Dois grupos travam uma batalha silenciosa na tentativa de controlar as ações.

 

Unidos

Por outro lado, entre os membros do Tribunal de Justiça, há a clara percepção que as acusações contra o desembargador Orlando Perri atingiram todo o Judiciário. Pelo menos em um primeiro momento, estão todos unidos na defesa do magistrado.

 

Troca de farpas

A situação do presidente Michel Temer (PMDB) tem causado ruídos entre políticos de partidos aliados em Mato Grosso. Um senador e um deputado federal não escondem de mais ninguém as divergências, a um passo, inclusive, de se tornarem ofensas.

 

Delação

Depois de Pedro Nadaf, o procurador aposentado Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima, está perto de fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Estadual (MP). Além da confissão, novidades fazem parte do pacote.

 

Mudança

A crise no cofre da União poderá representar uma mudança no quadro societário da Águas Cuiabá. A BNDES Par pode tirar o time de campo e ser trocada por um novo investidor que pode aportar na sociedade R$ 70 milhões de cara.

 

Novela sem fim

Por falar em Águas Cuiabá, empresa que pode assumir o saneamento da Capital, já passou da hora do prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) resolver a questão. Sem experiência no Executivo, o político tem confundido, neste e em outros episódios, segurança com letargia.

06
07

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Mais convênios sob suspeita; agora é a Uniselva

No oferecimento de denúncia contra 22 pessoas por suspeita de participação no esquema desmantelado com a Operação Convescote, o Gaeco levanta a possibilidade de que outras entidades foram usadas para o desvio de recursos por meio de convênios, a exemplo do que ocorria com a Faespe. Uma destas fundações é a Uniselva, que tem um convênio mantido com o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

 

Vem mais por aí

É certo que mais empresas e pessoas sejam alcançadas pela investigação. A denúncia só foi oferecida nesta quarta-feira (5) porque há investigados presos preventivamente e, por conta disso, há prazos a serem cumpridos.

 

Inocentados

Alysson Sander de Souza e Fabricio Ribeiro Nunes Domingues, servidores que atuam na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e foram conduzidos coercitivamente na última semana, foram inocentados após o Gaeco não ter encontrado nenhum indício da participação deles no esquema.

 

Clima tenso

Nos corredores da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas do Estado o clima é tenso. Não há dúvidas entre os funcionários dos dois órgãos que a investigação envolverá nomes “graúdos” e que isso é questão de tempo.

 

Delação de Nadaf

Supostamente citados na delação do ex-secretário Pedro Nadaf, o ministro Blairo Maggi (PP) e o deputado Carlos Bezerra (PMDB) negaram qualquer eventual participação em atos ilícitos. Vale destacar que a colaboração, homologada pelo STF, segue sob sigilo.

 

Copia e cola

Lamentavelmente, um fato tem se tornado corriqueiro: o famoso “copia e cola” em editais de concurso público. Desta vez, ocorreu com o certame da Secretaria de Estado de Educação. Para o cargo de professor de História, o edital exige conhecimento da história do Espírito Santo.

 

Erramos

Após se dar conta do erro, a Seduc emitiu nota dizendo que a exigência foi um “equívoco” da equipe que elaborou o conteúdo programático das provas. A orientação da Seduc é que “sejam exigidos dos candidatos conteúdos que reforcem os saberes em história, geografia e literatura mato-grossenses”. Uma errata deverá ser publicada em breve.

 

Comprando

Representantes do Banco Mundial (Bird) levantaram a possibilidade de compra da dívida que o Estado de Mato Grosso tem com o Bank of America. Com taxa de juros atrelada à variação cambial, a operação realizada na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) tem drenado muitos recursos do Tesouro Estadual.

 

Sem prazo

O prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) adiou o início da emissão de multas via monitoramento eletrônico em Cuiabá. Segundo ele, a população ainda não foi “devidamente esclarecida” sobre o fato. Não há prazo para o início das autuações.

 

Cuiabá 300

Pinheiro pretende encaminhar, em regime de urgência, a proposta para a criação de uma secretaria especial para o desenvolvimento de ações para os 300 anos de Cuiabá. Um grupo de vereadores pretende barrar o projeto, considerando-o um gasto desnecessário.

05
07

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Delação de Nadaf tem arsenal contra figurões

O ex-secretário Pedro Nadaf não poupou ninguém em seu acordo de colaboração premiada. Durante o depoimento que prestou à Justiça nesta terça-feira (4), ele chegou a ser questionado pelo advogado de um dos réus na Operação Sodoma a respeito do assunto e chegou a citar nomes.

 

 

Sob sigilo

Além de se negar a responder a pergunta do advogado, que questionou o ex-secretário sobre o fato dele ter dito que repassou recursos para tais pessoas, Nadaf contou com o apoio da juíza Selma Arruda, que indeferiu a pergunta e lembrou que a íntegra da colaboração segue sob sigilo.

 

Só 10%

Outro que pode ter munição para alvejar alguns personagens do universo político é o ex-presidente da Metamat, José Justino Paes de Barros. Ele confessou que lucrou R$ 20 mil adquirindo ouro a mando de Nadaf, mas isso corresponde a apenas 10% do que devolveu em seu acordo de delação. Os outros 90%, dizem, correspondem a outras operações, devidamente delatadas.

 

Menos de 1%

Uma pessoa que tem amplo conhecimento das investigações, sobretudo pelo fato de fazer parte do rol de investigados em várias operações, garante que a chance da delação de Nadaf atingir o ministro Blairo Maggi (PP) é de menos de 1%.

 

Cadeirada

Aliás, Nadaf confirmou que o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) quase apanhou do empresário Valdir Piran dentro do Palácio Paiaguás, depois de ter pago uma dívida com cheques sem fundos. O peemedebista foi salvo por Nadaf de ter levado uma cadeirada, mas não escapou de ser chamado de “picareta”.

 

Olho nele

Nesta quarta-feira (5) será a vez do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) prestar seu depoimento. Mas há quem aposte que seu chefe de gabinete, Sílvio Cezar Corrêa Araújo, que também irá depor, tem tudo para roubar a cena do alto de sua função de operador do político no que se refere a negócios nada republicanos.

 

De surpresa

Pegou o mundo político de surpresa a mudança no comando da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Sai Ricardo Tomczyk, que pediu para sair e voltar à iniciativa privada, e entra Carlos Avalone Júnior (PSDB), suplente de deputado estadual.

 

Ressureição

A mexida, mais uma no staff do governador Pedro Taques (PSDB) foi classificada por diversas pessoas próximas ao governo como a ressureição de Avalone, nos últimos anos relegado aos bastidores. Vale destacar que ele já ocupou este cargo no governo de Dante de Oliveira.

 

Alvoroço

Causou alvoroço o lançamento do edital do concurso público para profissionais da educação básica, lançado nesta terça-feira pelo governo. Diversos sites ficaram congestionados por conta do número de pessoas em busca de informações sobre o certame. Ao todo, são 5.748 vagas, sendo 3.324 para o cargo de Professor da Educação Básica, 1.496 para Apoio Administrativo Educacional e 928 para Técnico Administrativo Educacional, além de cadastro de reserva de 50% do total de vagas.

04
07

Base aliada vê risco em votação de denúncia e governo quer acelerar votação

1O presidente Michel Temer deve apresentar nesta quarta-feira, 5, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a sua defesa contra a denúncia por corrupção passiva com base em delação de executivos do Grupo J&F. A ideia do governo é acelerar o processo para que o caso seja levado a plenário antes do recesso parlamentar, marcado para iniciar em 17 de julho. (mais…)

04
07

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Delação de Nadaf implica detentores de foro

Várias vezes anunciada e negada, enfim foi confirmada a delação premiada do ex-secretário Pedro Nadaf. O termo foi homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, e imediatamente colocado em sigilo. Pela instância em que foi firmada, a colaboração envolve, sem nenhuma sombra de dúvida, políticos com foro, que podem ser deputados, senadores ou quem sabe um ministro.

 

Partidário

Claro que a primeira ligação feita à instância em que Nadaf firmou a colaboração remete ao fato dele ter sido secretário de Estado na gestão do ex-governador Blairo Maggi (PP), quando os dois pertenciam ao Partido da República. Há quem diga que o ex-secretário sempre foi um homem de partido, o que pode trazer surpresas.

 

Embaralhado

Se faltava alguma coisa para embaralhar o cenário eleitoral agora não falta mais nada. O fato da delação de Nadaf estar sob sigilo significa que há fatos novos, que serão investigados e podem atingir novos personagens, com mais operações, prisões, processos e escândalos.

 

Mesma linha

Fontes da coluna afirmam que o mesmo enredo da colaboração de Nadaf ocorre com a delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Isso porque o ex-secretário negociava os termos de seu acordo – que incluem redução de pena e ressarcimento aos cofres públicos – desde dezembro do ano passado e seus advogados sempre negaram qualquer tratativa neste sentido. O mesmo pode ocorrer com o peemedebista.

 

Vai vencer

Dificilmente o coronel Zaqueu Barbosa, ex-comandante da Polícia Militar, deixará a prisão antes que vença o prazo determinado pela Justiça. Com a extinção do habeas corpus impetrado por sua defesa, sem o julgamento do mérito, não haverá tempo hábil para que um novo pedido seja apreciado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 

Sem final

O único consolo de Barbosa será o fato de que deverá deixar a prisão antes de ser denunciado pelo Ministério Público (MP). A informação que vem da caserna é que com a ampliação do número de suspeitos vai demorar algum tempo para que a investigação seja concluída.

 

Enrolado

É o único consolo mesmo. Quem teve acesso a informações da investigação diz que a situação do coronel está bastante complicada. O conjunto de provas e os depoimentos colocam o oficial no centro das supostas escutas telefônicas clandestinas.

 

Sem palavra

Depois de classificar a informação de que teria destituído 132 diretórios municipais do PSB em Mato Grosso como mentira, o deputado Valtenir Pereira – novo comandante da legenda no Estado – foi desmascarado pelos fatos. Em uma nota sucinta, o parlamentar voltou atrás e confirmou a dissolução das comissões provisórias no Estado.

 

De malas prontas

Está 99% certa a saída de Mauro Mendes do PSB. Como adiantado pela coluna, o destino do ex-prefeito de Cuiabá será o PP, do padrinho e aliado de todas as horas, todas mesmo, Blairo Maggi, senador licenciado e ministro da Agricultura.

 

Um por um

Depois de conseguir impedir uma greve no funcionalismo, com um acordo firmado com o Fórum Sindical, o governador Pedro Taques (PSDB) tem trabalhado para minimizar descontentamentos pontuais. Uma das ações será o lançamento do edital do concurso público para a Educação, acertado com o sindicato da categoria no ano passado.

26
06

Odebrecht faz MP abrir 39 inquéritos civis em SP

1O Ministério Público de São Paulo instaurou 29 inquéritos civis e desarquivou outros dez como desdobramentos diretos da delação da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. As investigações envolvem estatais paulistas como Metrô, agentes públicos e ao menos 24 políticos citados por executivos da empreiteira, a maioria por suposto recebimento de propina ou caixa dois em campanha eleitoral.

 

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI.

 

 

14
06

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

R$ 46 milhões e nenhum poupado

Para deixar o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) depois de 635 dias de prisão, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) conseguiu voltar para casa. Mas, para isso, precisou confessar todos os crimes praticados em sua gestão, sem poupar ninguém, e entregar R$ 46 milhões em bens.

 

Até o filho

E quando se diz que Silval não poupou ninguém, significa que até mesmo os atos do filho, Rodrigo Barbosa, foram revelados. Ao detalhar a conduta dos demais acusados, na condição de chefe da suposta organização criminosa, o ex-governador contou que Rodrigo ficou com parte da propina paga por uma empresa.

 

Faiad

Outro que entra nesta relação é seu ex-advogado, Francisco Faiad, que teria se aproveitado, de forma consciente, de R$ 600 mil ilícitos para o pagamento de dívidas de campanha do jurista, candidato a vice-prefeito de Cuiabá, derrotado em 2012.

 

Sem chance

Faiad deixou de integrar a defesa de Silval depois que o político mudou sua estratégia de autodefesa e passou a confessar os crimes. Não se sabe se o advogado simplesmente não concordava com a postura do político ou se tinha medo de acabar envolvido no esquema.

 

Riva também

Outro delatado por Silval foi o ex-deputado José Riva, que teria acertado o recebimento de parte da propina paga pela Consignum, empresa de gerenciamento da margem consignável dos servidores, para manter seu contrato com o Estado.

 

Só os dois

Além de Silval, seu ex-chefe de gabinete, Sílvio Cézar Corrêa Araújo, também foi enviado para prisão domiciliar, depois de confessar crimes. Com isso, dos primeiros presos, os únicos que ainda insistem em negar os atos de corrupção são o ex-secretário Marcel de Cursi e o procurador aposentado Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o Chico Lima. Os dois seguem presos.

 

Vitória dela

A confissão de Silval e Sílvio marca uma vitória pessoal da juíza Selma Rosane Santos Arruda. Ao longo de quase dois anos, ela sofreu fortes ataques, diversas ações, inclusive em instâncias superiores, questionando sua condução do processo, além de pressões. Com a revelação do ex-governador e uma inevitável condenação, a juíza entra para a história como personagem importante no combate à corrupção.

 

Ameaças

Silval relatou, e Selma levou em consideração, ter sofrido assédio no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), depois que começou a ser especulada uma eventual delação do político. Os nomes dos “assediadores”, que não pouparam nem a família do ex-governador, foram revelados pelo próprio e os episódios estão sob investigação.

 

Para o público

Silval não escapou da necessidade de confessar seus crimes em público. Selma determinou quatro datas no mês de julho para que Silval e Sílvio revelem, em juízo, os casos narrados à Polícia Civil, que embasaram a decisão da juíza em substituir a prisão preventiva por prisão domiciliar dos dois.

 

E a delação?

A defesa de Silval, capitaneada pelo advogado Délio Lins e Silva Júnior segue negando, mas todo mundo acredita que de fato Silval fechou um acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), mais uma vez, sem poupar ninguém.

09
06

Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Quitação da folha gera alívio

A confirmação de que os salários dos servidores públicos do Executivo de Mato Grosso serão pagos até o dia 10 causou alívio à equipe econômica do governo. O principal temor deles era o de que, por conta do esforço concentrado para regularizar os repasses da Saúde, faltasse para o pagamento de salários.

 

Apreensão
Mas o dia não foi apenas de boas notícias para o governo. Em depoimento prestado à juíza Selma Rosane Santos Arruda, o empresário Allan Malouf afirmou que o governador Pedro Taques (PSDB) sabia da existência de caixa 2 em sua campanha, em 2014.

 

Para Brasília
Logo após o depoimento, o Ministério Público (MP) anunciou que irá encaminhar uma cópia das declarações do empresário para a Procuradoria-Geral da República, por conta da prerrogativa de foro do governador.

 

Mentira
Instantes após a oitiva, o Gabinete de Comunicação (GCom) emitiu nota classificando as alegações como mentirosas, irresponsáveis, levianas e sem provas. Taques reiterou que não houve caixa 2 em sua campanha e que sua prestação de contas foi aprovada sem ressalvas pela Justiça Eleitoral, onde pode ser acessada por qualquer pessoa.

 

Citados também
Os deputados Guilherme Maluf (PSDB) e Nilson Leitão (PSDB) também foram citados por Alan, mas como beneficiários do esquema de propina que existia na Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT). Em nota, Leitão disse que as declarações de Malouf são vazias e baseadas em conversas que ouviu de terceiros, sem qualquer relação com a verdade. Já Guilherme reafirmou não ter envolvimento em qualquer irregularidade na Seduc.

 

Duas parcelas
Cresce a possibilidade de acordo entre o governo e o funcionalismo por conta da Revisão Geral Anual (RGA). A hipótese mais provável é que o martelo seja batido com a recomposição paga em duas parcelas, uma ainda neste ano e outra em 2018.

 

Adiado
A primeira confissão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) foi adiada para o próximo dia 5 de julho. A defesa do político protocolou pedido de desistência do reinterrogatório, previsto para semana que vem.

 

Passageiro
Entre os possíveis delatados, o clima é de alívio, mas passageiro, uma vez que o advogado do politico afirmou que não houve nenhuma mudança na estratégia de defesa de Silval, ou seja, ele vai falar.

 

Delação
Por outro lado, cresce a hipótese de que o político tenha de fato fechado um acordo de colaboração premiada, até hoje negado por ele. Até mesmo por isso, ele não estaria preocupado com a perda de uma eventual redução de pena que a confissão no primeiro processo da Operação Sodoma poderia lhe dar.

 

 

03
06

Crise na JBS bagunça mercado de boi gordo

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O tamanho da JBS sempre preocupou os pecuaristas do País: um soluço na empresa, que em alguns Estados é responsável por mais da metade do abate de gado, afetaria toda a cadeia. Foi exatamente o que aconteceu depois de o setor ter sido atingido por duas crises seguidas – a Operação Carne Fraca e a divulgação da delação do empresário Joesley Batista, dono do frigorífico. (mais…)

01
06

Dersa diz manter controle sobre todos os seus contratos

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Após a delação de executivos da Odebrecht envolver diretores da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), de São Paulo, a empresa informou que mantém controle e fiscalização em todos os contratos de seus empreendimentos. Reportagem publicada ontem pelo Estado mostrou que a Odebrecht negocia 12 acordos de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

(mais…)

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