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28
05

Refém de um único modal de transporte, o Brasil para com a greve

Uma única categoria profissional é capaz de parar o Brasil. De cortar o abastecimento de combustíveis, de alimentos, de remédios. De fechar hospitais, órgãos públicos, escolas e empresas. Uma única categoria é capaz de estabelecer o caos econômico e social em menos de 10 dias de paralisação. Grave. Gravíssimo!

 

Dependência absurda

A primeira grande lição da greve dos caminhoneiros é a de que o Brasil precisa rever sua matriz de transportes. Não é possível que um país continental como o nosso seja 99,9% dependente do transporte rodoviário.

 

Questão estratégica

O transporte de combustíveis, por exemplo, não pode ser uma quase exclusividade dos caminhões. A implantação de polidutos, como já defendia Dante de Oliveira há mais de 20 anos, precisa ser vista como uma necessidade estratégica, de segurança nacional, como bem demonstra a paralisação dos caminhoneiros.

 

Alternativa racional

Os polidutos idealizados por Dante de Oliveira, no caso de Mato Grosso, trariam diesel e gasolina das refinarias e levariam daqui o etanol (de cana e milho) e o biodiesel a um custo ínfimo, se comparado com os fretes e com o custo de manutenção das rodovias.

 

Modal da corrupção

O transporte ferroviário e hidroviário tem um custo até seis vezes menores que o rodoviário, que só se justifica pelo lobby do setor automotivo (incluindo não apenas a indústria de caminhões e automóveis, mas de auto peças, pneus, etc.), pelos esquemas de corrupção das grandes empreiteiras e pela cultura da propina dos políticos brasileiros.

 

Ilusão intelectual

A greve dos caminhoneiros tem motivação exclusivamente econômica e atende apenas e tão somente aos interesses da categoria. Basta ver a pauta de reivindicações. Mas muita gente defende a greve imaginando que o movimento pode trazer resultados políticos e econômicos para toda a sociedade.

 

Frete não cai

A redução do preço do diesel e de tarifas de pedágio para os caminhões, a implantação por meio de lei de um preço mínimo para o frete não vão derrubar o preço do etanol, da gasolina ou dos gêneros alimentícios. Tais medidas servirão apenas para aumentar a margem de lucro das transportadoras e dos caminhoneiros autônomos.

 

Sem viés político

A greve dos caminhoneiros também não servirá para derrubar o governo Temer ou para libertar Lula da prisão, como gostariam os “esquerdopatas”, muito menos para determinar um golpe militar – ou intervenção como defendem os apedeutas da neodireita brasileira. Não foi uma greve política, nem com motivações éticas.

 

Apedeutas e ressentidos

Obviamente que não faltam, nas redes sociais, quem se mostre disposto a exibir toda sua ignorância política, declarando apoio ao movimento dos caminhoneiros e pedindo, ao mesmo tempo, intervenção militar. Também sobram petistas ressentidos se regozijando do caos promovido pela paralisação.

 

A conta é nossa

O acordo fechado com os caminhoneiros terá um custo de R$ 9,5 bilhões aos cofres públicos, isto é, aos contribuintes brasileiros. O subsídio ao combustível utilizado pelos caminhoneiros pode até render demissões com a volta da cobrança integral dos encargos sociais sobre as folhas de pagamento.

27
04

DEM não lançará candidato ao Governo

O Democratas abre mão, mais uma vez, do protagonismo eleitoral. O partido perdeu o “time” com a indefinição das candidaturas de Mauro Mendes e de Jayme Campos. Tudo indica que o DEM vai se contentar em apoiar outras candidaturas como a do governador Pedro Taques (PSDB) ou do senador Wellington Fagundes (PR).

 

Com Fávaro

O republicano Wellington Fagundes avança e amplia sua base de apoio. O senador que já tinha o PR, o PMDB e o PP, entre outras siglas partidárias, fechou entendimento com o PSD e terá o ex-vice-governador, Carlos Fávaro, numa das vagas da disputa.

 

Propaganda

A se confirmarem as alianças partidárias até agora sinalizadas, a candidatura de Wellington Fagundes ao Governo é a que deverá ter mais tempo de rádio e televisão no horário de propaganda eleitoral. Muito mais tempo que a campanha a reeleição do governador Pedro Taques.

 

Impeachment

O governador de Minas, o petista Fernando Pimentel, sobre um processo de impeachment no legislativo mineiro. Os motivos arguidos são o escalonamento de salários, os atrasos nos repasses do duodécimo aos poderes, bem como de ICMS e outras verbas aos municípios.

 

Gcom-MT

Tranquilo

O tucano Pedro Taques, que enfrenta dificuldades semelhantes na gestão dos recursos públicos em Mato Grosso, está longe de ter seu mandato ameaçado por um processo de impeachment. Taques mantém ampla maioria no Legislativo e conta com a generosa compreensão do Judiciário.

 

Dois discursos

Em Minas, o PT defende Pimentel e responsabiliza a crise econômica nacional pelas dificuldades estaduais. Em Mato Grosso, o discurso petista acusa Pedro Taques de incompetência na gestão do Estado.

26
10

MT: Deputados temem falência do plano e cobram informações sobre caos financeiro

Por Hipernotícias

O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) defendeu ontem (25) que a Assembleia Legislativa olhe com atenção para a crise que se instalou no MT Saúde. Da tribuna, o parlamentar conclamou seus pares à interceder de forma urgente junto ao Governo do Estado para começar a encontrar soluções para o plano de saúde que atende mais de 30 mil vidas. Com dívidas frequentes, os prestadores de serviço estão sendo forçados a interromper o atendimento aos usuários.

 

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI.

 

 

17
10

Decisões de Campbell vão determinar futuro da grampolândia

Após a decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell, que determinou a remessa de todas as investigações da grampolândia pantaneira para o STJ, a expectativa fica por conta dos primeiros despachos do magistrado, que deverão estar relacionados a pedidos de habeas corpus dos oito presos por conta da apuração.

 

 

Prazos
A questão, explicam juristas, tem a ver com o ritmo que será empregado no caso. Se mantiver os suspeitos presos, o processo conta com prioridade e a chamada marcha processual deverá ser célere. Se soltar os presos, ele terá mais tempo para analisar cada um dos procedimentos antes de decidir pelo desmembramento dos casos.

 

 

Voltam
Ao menos duas investigações devem voltar para Mato Grosso, uma que trata de promotores de Justiça e outra de magistrados. O que não se sabe é se as apurações retornarão ao desembargador Orlando Perri ou se seguirão para a Corregedoria do Tribunal de Justiça e a Procuradoria-Geral de Justiça.

 

 

Calma
Uma das primeiras ações após a decisão de Campbell é a busca por acalmar os ânimos de Perri e dos membros do Ministério Público Estadual (MP), acirrados ao longo da investigação. Trata-se de uma tarefa árdua, mas possível desde que os discursos sejam pautados pelo fato de que as divergências eram apenas jurídicas.

 

 

Sossego
Ao menos por enquanto, o governador Pedro Taques (PSDB) passa a ter mais tranquilidade. Isso porque é remota a possibilidade de que ocorram, ao menos por conta da grampolândia, novas prisões e afastamentos.

 

 

Sem vitória
Taques falou nesta segunda-feira (16) a respeito da decisão de Campbell. Para ele, a transferência dos inquéritos não é nem vitória e nem derrota, mas o simples cumprimento da lei. Vale lembrar que o pedido de avocação dos inquéritos partiu do tucano e contou com o aval do Ministério Pùblico Federal (MPF).

 

 

Inimigo
Um grupo de vereadores se prepara para apresentar um pedido de abertura de processo de cassação contra o vereador Felipe Wellaton (PV). O parlamentar foi o responsável pela apresentação de uma ação civil que culminou com o bloqueio da suplementação de R$ 6,7 milhões, assinada pelo prefeito Emanuel Pinheiro. Ele foi escolhido o inimigo do Legislativo.

 

 

Quem vai?
Ocorre que, de olho na opinião pública, nenhum vereador se prontificou, até o momento, a assinar o pedido contra Wellaton. Se isso ocorrer, o desgaste para o autor do pedido será enorme junto à população.

 

 

Sem pressa
Cotado no último final de semana como candidato ao governo de Mato Grosso, o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), afirmou que ainda não se decidiu sobre seu futuro político. A informação foi confirmada por pessoas próximas a ele, que classificam o fato como mentiroso neste momento.

 

 

Suspenso
O deputado federal Fábio Garcia (PSB) conseguiu, na Justiça, a suspensão da análise, por parte da Executiva Nacional do PSB, do pedido de expulsão formulado contra ele. Com isso, oparlamentar ganha tempo para negociar uma saída pacífica da sigla.

 

 

12
10

Após decisão do STF, AL deve analisar caso Fabris

Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou necessário o aval do Congresso para o afastamento de deputados e senadores. De olho nessa decisão, deputados estaduais pretendem, por analogia, adotar o mesmo rito em relação ao deputado Gilmar Fabris (PSD), preso e afastado por suposta obstrução à Justiça.

 

 

Aval

No entendimento de diversos parlamentares, que já defendiam que o caso deveria passar por uma votação pelo Legislativo, a decisão da mais alta Corte, em relação ao senador Aécio Neves (PSDB/MG) é um aval para que a Assembleia Legislativa faça o mesmo com Fabris, detido por decisão do ministro do STF, Luiz Fux.

 

 

Amparados

Conforme a Constituição, políticos no exercício do cargo só podem ser presos por crimes inafiançáveis e em flagrante delito. Um caso recente, que mostra a necessidade de requisitos para a detenção dos parlamentares, ocorreu em 2014 com o ex-deputado José Geraldo Riva. Ele foi solto três dias depois de sua prisão, depois que o ministro do STF Dias Toffoli tomou conhecimento que ele exercia o cargo de parlamentar.

 

 

Feriadão

Por conta do feriado prolongado, o tema só deverá ser tratado, mesmo que internamente, no início da próxima semana. Uma saída conservadora seria o envio de nova consulta ao STF, agora tendo por base o mais recente entendimento.

 

 

Infiel

Na próxima semana deverá também ser decidido o futuro do deputado federal Fábio Garcia no PSB. A Executiva Nacional do partido vai discutir o futuro dos processos disciplinares abertos contra ele e outros três deputados federais, que contrariaram orientação da sigla e votaram a favor de mudanças na legislação trabalhista.

 

 

Caixa preta

O vereador Gilberto Figueiredo (PSB) quer acesso ao lotacionograma da Câmara Municipal de Cuiabá. O parlamentar pretende ver onde estavam lotados os 460 servidores exonerados nesta semana pelo presidente da Casa, Justino Malheiros (PV). Se conseguir abrir a caixa preta do Legislativo, Figueiredo prestará um grande serviço à população.

 

 

Excesso

Não é de hoje que a população reclama da quantidade de funcionários contratados pelo Legislativo de Cuiabá. Juntando com os funcionários concursados, o número de servidores da Casa passava de 500 antes dos cortes realizados por Malheiros. O custo mensal com a folha era de R$ 2,5 milhões, incluindo encargos.

 

 

Recurso

Sobre o motivo dos cortes na Câmara, a suspensão da suplementação de R$ 6,7 milhões feita pelo Executivo, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), garantiu que recorrerá para assegurar o repasse. Nesta quarta-feira (11), ele foi mantido no cargo pelo desembargador Márcio Vidal.

 

 

De olho

Ainda sobre o Legislativo da Capital, são muitos os suplentes que já estão fazendo contas para saber se possuem chance de assumirem o mandato caso as recentes decisões cassando parlamentares se confirmem em instância superior.

 

 

Mexida

O desembargador Orlando Perri puniu o coronel Evandro Lesco, ex-chefe da Casa Militar, por uma suposta saída do oficial do local em que estava preso. Agora, ele ficará no alojamento do Batalhão da Rotam, um local com grades, e segundo Perri deverá ficar trancado. Por conta desta mexida, outras duas transferências foram decretadas.

 

12
10

MT: Águas Cuiabá deve corrigir inconsistência de abastecimento e investe R$1,2 bi

1Por CAMILLA ZENI

A Iguá Saneamento, responsável pelos serviços de água e esgoto em Cuiabá, assumiu a concessão no dia 1º de agosto e apresentou a nova diretoria à imprensa nesta terça-feira (10). Conforme os diretores da empresa, a Capital mato-grossense será um dos maiores desafios da empresa, considerando, principalmente, a inconsistência do abastecimento de água.

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI.

10
10

Cúpula do DEM está pessimista com Mauro Mendes

O clima dentro do Democratas quando se trata da possibilidade de filiação do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), passou da euforia para uma quase desistência. Isso porque seria muito difícil para Mendes conseguir ser candidato pelo partido com o desejo cada vez maior de Jayme Campos se lançar à disputa.

 

Incerto

O ex-prefeito ainda não se decidiu se tentará o Senado ou o Governo de Mato Grosso nas eleições do ano que vem. Quando desistiu de tentar a reeleição, Mauro colocou como motivos problemas empresariais e questões familiares, empecilhos estes que ainda não foram resolvidos.

 

Quase certos

Enquanto isso, é quase certo que Adilton Sachetti e Fábio Garcia, deputados federais do PSB que deixarão a sigla, sigam para o Democratas. Espaço para deputados federais no partido há, inclusive com as bênçãos de Campos.

 

Na Rede

Enquanto isso, integrantes da Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade tentam cooptar lideranças políticas de Mato Grosso como forma de aumentar o palanque da pré-candidata à Presidência, Marina Silva. Sem muitas restrições quanto a eventuais coligações, a sigla pode ser a nova casa do ex-prefeito de Cuiabá.

 

De olho no FEX

A semana será de intensas negociações entre a bancada de Mato Grosso, o governador Pedro Taques (PSDB) e a equipe econômica do presidente Michel Temer (PMDB). Depois de receber a garantia que os recursos do Auxílio Financeiro para Fomento às Exportações (FEX) já estão separados, o tucano quer agilidade na tramitação do Projeto de Lei para que o pagamento seja efetuado.

 

Folha

Internamente, a equipe econômica do governo Taques tem quebrado a cabeça para conseguir honrar seus compromissos, sobretudo o pagamento dos salários e benefícios dos servidores ativos e inativos de Mato Grosso. Se o FEX não chegar logo, a gestão terá dificuldades em manter o pagamento até o dia 10 de cada mês ainda este ano.

De volta

A Justiça de Mato Grosso determinou a volta do secretário do Gabinete de Comunicação, Kleber Lima, ao cargo. Ele havia sido afastado em decisão de primeira instância após pedido do Ministério Público Estadual (MP). No entendimento da desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves Rodrigues, no entanto, os motivos alegados para o afastamento não são suficientes para justificar a medida.

 

Arresto

Deve sair nos próximos dias uma decisão sobre pedido do MP que pretende sequestrar bens de três deputados estaduais e outras nove pessoas, todos acusados em uma das ações decorrentes da Operação Ventríloquo. Uma exceção de incompetência que havia paralisado o andamento da ação foi negada e, com isso, o processo volta à marcha normal.

 

Exonerações

Depois de se envolver em uma trapalhada na última semana, o presidente da Câmara de Cuiabá, Justino Malheiros (PV) anunciou a demissão dos 460 servidores comissionados da Casa. Isso porque o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) não encaminhou o Projeto de Lei garantindo a suplementação de R$ 5,7 milhões, valor necessário para que o Legislativo feche as contas deste ano.

 

Podemos

Com o Podemos fora da base de apoio ao presidente Michel Temer (PMDB), o senador José Medeiros entregará o cargo de vice-líder do governo no Senado. O parlamentar deixou o PSD para assumir o comando da nova sigla em Mato Grosso.

06
10

Medeiros assume presidência do Podemos com missão de apoiar Álvaro Dias em MT

1Por RENAN MARCEL

“Não seremos, nem agora nem no futuro, um partido estático. Somos um movimento caminhando para ser um partido-movimento”. Foi com essas palavras que o senador do Paraná Álvaro Dias definiu o conjunto de princípio que regerá o Podemos: levanta bandeiras econômicas liberais, promete consultas populares para temas polêmicos, defende reformas que possibilitem a “refundação da República” e critica a dicotomia entre esquerda e direita no Brasil.

 

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06
10

Câmara faz tudo errado e deverá ter novo desgaste

Ao convocar os vereadores para uma sessão “discreta” para análise do Projeto de Lei que assegura um repasse milionário ao Legislativo, a Câmara de Cuiabá assume um novo desgaste. Ao invés de tratar o assunto com transparência – sobretudo se de fato o repasse por parte do Executivo for legal – a Mesa Diretora prefere tratar do assunto sem alarde.

 

 

Limite

A votação do repasse ainda nesta semana visa assegurar que haja recursos suficientes para a quitação dos salários dos mais de 500 servidores, entre efetivos e comissionados, que estão lotados na Casa. Isso justificaria a sessão extraordinária se o Legislativo não fosse, rotineiramente, palco de escândalos e episódios controversos, mudem ou não os parlamentares.

 

 

Fonte

Embora haja um consenso majoritário em relação à necessidade de suplementação, os vereadores só aceitarão a manobra se serviços essenciais não perderem recursos, ao contrário do decreto orçamentário assinado pelo prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) e suspenso pela Justiça, que tirou verba, por exemplo, da Assistência Social.

 

 

Nega

Se a Câmara tenta fazer a votação na surdina, o Executivo negou, ao longo da quinta-feira (5), a existência de qualquer Projeto de Lei para garantir a suplementação.

 

 

Boataria

Não passa de boato a informação de que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tomaria uma série de decisões “bombásticas” com efeito devastador na política de Mato Grosso. Fontes da coluna asseguram que não há nada, neste momento, que indique algo neste sentido a não ser o desejo da turma do “quanto pior melhor”.

 

 

No limite

A Defensoria Pública de Mato Grosso vai lutar pelo aumento de recursos para o ano que vem. Órgão que menos recebe recursos entre os poderes e entes da administração pública, a Defensoria alega que terá grandes dificuldades em se manter no ano que vem se a previsão do duodécimo apresentada pelo Executivo se concretizar.

 

 

Autoridade

Mãe do ex-governador Dante de Oliveira, Maria Benedita Martins de Oliveira é um dos grandes nomes da história de Mato Grosso. Prova disso é que políticos de projeção nacional, quando vêm a Mato Grosso, fazem questão de visitá-la. Pré-candidato à Presidência pelo Podemos, o senador Álvaro Dias foi mais um dos políticos que esteve com ela.

 

 

Dissidentes

Além do fortalecimento da sigla, que em Mato Grosso será presidida pelo senador José Medeiros, a visita de Dias visa tentar conseguir novas adesões, sobretudo daqueles descontentes do PSB, como o ex-prefeito Mauro Mendes e o deputado federal Adilton Sachetti. O Democratas monitora a movimentação.

 

 

Sem algemas

Depois da manifestação do desembargador Orlando Perri, o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Fausto José Freitas, afirmou que o uso de algemas nos presos em unidades administradas pela Secretaria de Justiça poderá ser revisto. Perri questionou o procedimento adotado com a personal trainer Helen Christy Lesco para depoimento na Polícia Civil, na última terça-feira (3).

 

 

Suspeição

Por falar em Perri, o promotor de Justiça Roberto Turim afirmou que se ele fosse o responsável pela investigação da “grampolândia pantaneira” já teria pedido a suspeição do magistrado. Turim, presidente da Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMMP) saiu nesta semana em defesa da instituição.

 

 

05
10

Flagra de Lesco na farmácia dá argumentos a Perri

A descoberta por parte da Polícia Civil de que o ex-secretário-chefe da Casa Militar, coronel Evandro Alexandre Ferraz Lesco, mesmo preso, foi a uma farmácia comprar itens de higiene pessoal, agravou a situação dos detidos por conta da participação no esquema de interceptações ilegais no âmbito da PM.

Presídio
O desembargador Orlando Perri  havia pedido a transferência dos militares para presídios federais, solicitação que tramita na Justiça Federal, sob a alegação de que a detenção deles em batalhões de Cuiabá e Várzea Grande se assemelhava a uma “colônia de férias”. Se antes os argumentos neste sentido eram frágeis, agora eles se tornam muito fortes.

Caserna
Há uma clara dificuldade de se manter oficiais de alta patente presos, sobretudo porque eles ficam aos cuidados de praças ou oficiais de patentes menores. É muito complicado a estes policiais não seguirem ordens de coronéis, ainda que isso represente uma falta grave.

Civil
Os “civis” presos na Operação Esdras também estão sendo alvos de queixas por outros detentos. A esposa de Lesco, Helen Christy Carvalho Dias Lesco, não tirou um aplique de seu cabelo, contrariando regras internas. No Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), também há queixas de tratamento diferenciado.

Figurões
O tratamento diferenciado aos figurões presos não é novidade. O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e outros integrantes de sua gestão, quando presos, também eram alvos de queixas de tratamento diferenciado, que incluíam, inclusive, visitas fora de hora.

Pesado
O clima no Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT) é muito ruim. Assessores ligados aos cinco conselheiros afastados por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, foram exonerados de suas funções, evidenciando um racha na instituição. Uma eventual volta dos conselheiros pode tornar o clima absolutamente insustentável.

Calma
Os valores a serem destinados aos poderes e órgãos da administração pública no orçamento de 2018 parecem ter agradado aos chefes das instituições. Nenhum deles, até o momento, se revoltou com as correções propostas pelo Executivo ao duodécimo do próximo ano. Alguns, inclusive, acreditam ser possível cuidar dos poderes com os repasses constitucionais previstos.

Nem tanto
Um deles, no entanto, não estaria satisfeito com o valor destinado. Ele pretende articular com os deputados estaduais mudanças no valor – para cima, claro -, mas sabe que será alvo de uma forte campanha contrária, por conta de um episódio ocorrido recentemente que trata inclusive do uso do dinheiro público.

Aval
O Governo de Mato Grosso está prestes a se livrar da dívida dolarizada que tem como credor o Bank of America. A União deu o aval para a negociação do débito com o Banco Mundial (Bird). Para que isso ocorra, o Executivo precisa conseguir a aprovação da PEC do teto dos gastos de acordo com a Lei Complementar 156.

Vem aí
Outra boa notícia dada pela equipe econômica do Governo Federal é que os recursos para o pagamento do FEX já estão separados, aguardando apenas a aprovação do Congresso Nacional de um Projeto de Lei. Estimativas ainda otimistas preveem o pagamento para o início de novembro.

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