Arquivo da Tag: "BANCO CENTRAL"
21
02

Agenda não resolve crise fiscal, dizem analistas

Por Estadão Conteúdo

 

Além de serem consideradas por analistas insuficientes para resolver a crise fiscal e compensar a suspensão da reforma da Previdência, a maior parte das medidas apresentadas pelo governo tramita há tempos no Congresso. “À exceção da privatização da Eletrobras, são todas medidas que estavam dormindo. E o que dorme não é tão relevante, senão já teria sido pautado”, disse o especialista em contas públicas Raul Velloso.

 

Em tramitação desde 2013 e parado há mais de um ano, o projeto da nova lei de licitações, agora tornado prioridade, tem o objetivo de reduzir gargalos e burocracias para empresas públicas e privadas. O projeto foi aprovado no Senado em 2016 e enviado à Câmara, onde não avançou. (mais…)

12
02

‘Farra’ do crédito de veículos gera rombo de R$ 23 bi para bancos

Por Estadão Conteúdo

 

O custo da festa do crédito fácil para veículos do começo da década foi alto para as instituições financeiras. Dados inéditos do Banco Central mostram que o setor teve problemas para receber R$ 38,1 bilhões em financiamentos concedidos em 2010 e 2011, quando era possível comprar um carro zero, sem entrada, parcelado em até cem vezes. Bancos já desistiram de cobrar R$ 22,  bilhões e reconheceram o valor como prejuízo, mas o setor ainda trabalha para receber outros R$ 15,3 bilhões emprestados naquela época.

 

Após o estouro da crise financeira global em 2008, o governo reagiu para tentar amenizar a maré negativa do exterior. Queda de impostos, redução de juros e liberação de dinheiro aos bancos fizeram parte da receita que permitiu ao País passar os primeiros anos da crise com poucos arranhões. Enquanto o mundo colhia cacos, o Brasil dava sinais de vigor e o setor de veículos virou símbolo do Brasil que consumia cada vez mais. (mais…)

25
01

BC quer custo menor no uso do cartão de débito

Por Estadão Conteúdo

 

O Banco Central estabeleceu como uma de suas metas o aumento do uso de meios eletrônicos de pagamentos no Brasil. De acordo com o presidente da instituição, Ilan Goldfajn, isso passará pela redução no custo das operações com cartões de débito, o que já está sendo discutido entre o BC e as entidades que representam as empresas de cartões e o varejo. O objetivo é baratear o custo do sistema – inclusive para o consumidor – e diminuir a quantidade de dinheiro em espécie que circula no País.

 

“Estamos vendo qual é a figura total. A foto geral do sistema e onde temos de caminhar”, afirmou Ilan ao Estadão/Broadcast. “Temos dois objetivos. Um é a redução do custo de crédito. Nesse caso, no cartão de débito, reduzir o custo é uma medida voltada para o lojista. O lojista reduz esse custo e isso chega para o cidadão”, acrescentou. (mais…)

26
10

Gastos de brasileiros no exterior aumentam 32,6% em setembro

Por Kelly Oliveira
Agência Brasil

Os gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 1,716 bilhão, em setembro, e acumularam US$ 14,145 bilhões nos nove meses do ano, informou hoje (26) o Banco Central (BC). Os  resultados superaram em 32,6% e em 15,9%, respectivamente, os gastos registrados em iguais períodos de 2016. As despesas mensais foram as maiores para o período desde setembro de 2014, quando ficou em US$ 2,377 bilhões.

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24
10

Presidente do Senado diz que vai acelerar tramitação do projeto de leniência

Após tomar café da manhã com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), declarou que vai acelerar a tramitação do projeto que regulamenta acordos de leniência no sistema financeiro do banco e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Segundo Oliveira, a matéria passará pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e seguirá para análise do plenário em regime de urgência para ser aprovada em até 20 dias.

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18
09

Projeção do Focus para Selic no fim de 2017 segue em 7,00% ao ano

downloadNa esteira da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada na semana passada, os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica de juros) para o fim de 2017.

O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 18, que a mediana das previsões para a Selic este ano permaneceu em 7 00% ao ano. Há um mês, estava em 7,50%. O levantamento indicou ainda que a mediana das projeções dos economistas para a Selic no fim de 2018 caiu de 7,25% para 7,00% ao ano, ante 7,50% de um mês atrás.  (mais…)

28
08

Câmbio para fim de 2017 calculado pelo Focus segue em R$ 3,23

1O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, dia 28, pelo Banco Central (BC), mostrou que a projeção para a cotação da moeda americana no fim de 2017 permaneceu em R$ 3,23. Há um mês, estava em R$ 3,30. O câmbio médio de 2017 seguiu em R$ 3,19 – ante R$ 3,22 de um mês antes.

No caso de 2018, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de R$ 3,39 para R$ 3,38. Quatro semanas antes, estava em R$ 3,43. Já a projeção dos economistas do mercado financeiro para o câmbio médio no próximo ano foi de R$ 3,33 para R$ 3,31, ante os R$ 3,37 calculados quatro semanas atrás.

 

fonte: Estadão Conteudo

 

 

21
08

Mercado financeiro eleva estimativa para inflação pela quinta vez seguida

1Por Kelly Oliveira

Agência Brasil

O mercado financeiro aumentou pela quinta semana seguida a projeção para a inflação este ano. Desta vez, o cálculo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,50% para 3,51%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas, com projeções para os principais indicadores econômicos. (mais…)

03
08

Presidente do BC diz a rádio que ritmo dos juros depende de condições da economia

ALEX0385.JPG SÃO PAULO SP 30/06/2017  ECONOMIA / PRÊMIO ESTADÃO FINANÇAS MAIS ESTADÃO BROADCAST  - Palestra do presidente do Banco Central Ilan Goldfajn na cerimônia de entrega do Prêmio Finanças Mais Estadão Broadcast, na Casa Charlô, rua Tabapuã, 1353, Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.  FOTO: ALEX SILVA / ESTADÃO

 FOTO: ALEX SILVA / ESTADÃO

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reforçou nesta quinta-feira, 3, em entrevista à rádio Jovem Pan, que o ritmo de cortes da Selic (a taxa básica de juros) depende das condições da economia. “Dependendo das previsões, a gente poderia manter o ritmo que vínhamos adotando. Mas isso depende das condições da economia, da expectativa de quanto vão chegar os juros no final” afirmou.

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