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Blog do Mauro no Hipernotícias

 

Samba do crioulo doido

A enorme confusão causada pelas investigações de uma central telefônica clandestina atingiu agora a Operação Sodoma. A defesa do ex-secretário Marcel Souza de Cursi, em mais uma medida desesperada, tenta anular toda a investigação, sob o argumento de que ele teria sido grampeado ilegalmente. Até o momento, não há nenhuma indicação neste sentido.

 

Confusão

Preso por conta das investigações da “grampolândia” o coronel Zaqueu Barbosa terá seu habeas corpus julgado, no mérito, pela 1ª Câmara Criminal. O problema é que um dos integrantes do colegiado é ninguém menos que o desembargador Marcos Machado.

 

Suspeição

Há pouco menos de dois anos, o desembargador teve revelada uma conversa telefônica mantida com o ex-governador Silval Barbosa (PMDB).  Por conta disso, Machado já anunciou que irá processar a juíza Selma Rosane Santos Arruda e integrantes do Gaeco, afirmando ter sido grampeado ilegalmente. Logo, ele tem que se declarar suspeito e não julgar Barbosa neste caso.

 

Falando grosso

Em meio às discussões sobre o uso do Fethab na Saúde, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), decidiu falar grosso. Ele defendeu o uso dos recursos e afirmou que o agronegócio não é dono dos recursos.

 

Preocupação

O funcionalismo público está apreensivo depois das declarações do secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira. Se por um lado ele tranquilizou a todos negando que o governo pagará os salários apenas no final do mês, por outro disse que só na tarde da quinta-feira (8) saberá se consegue quitar a folha na sexta.

 

Última chance

O juiz federal Ciro José de Andrade Arapiraca deu prazo de cinco dias úteis para que Estado, Consórcio VLT e Ministério Público se entendam quanto à minuta de acordo elaborada em março. Esta é a última chance de que haja um acordo entre as partes, antes de uma decisão por parte do magistrado.

 

Ajustando os ponteiros

Foi até altas horas a reunião entre integrantes do governo e dirigentes do consórcio responsável pelas obras do VLT. Uma fonte da coluna afirmou que alguns pontos foram ajustados, mas que as “inconsistências” apontadas pelo MP são “respondíveis e superáveis”.

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