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Joesley diz que tentou barrar Lava Jato com políticos

1Em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), o empresário Joesley Batista, dono do Grupo J? que por isso ficou em paz consigo mesmo porque salvou a empresa com a colaboração depois de três anos de tentativa com políticos”.

No dia seguinte ao depoimento, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão de Joesley, do executivo da J? que Marcello Miller dava orientações abstratas sobre colaboração e crimes, tendo servido para entender o processo de colaboração premiada; que isso serviu para o depoente acreditar que a colaboração era o caminho correto, o melhor e talvez o único”.Em outro momento, o empresário disse não ter certeza se Miller esteve em contato com os anexos de Ricardo Saud. Joesley também afirmou “não houve nenhuma indução ou orientação de Marcello Miller a nenhum dos colaboradores”. Joesley também disse que a menção aos “cinco ministros do Supremo na mão dele foi elucubração de dois bêbados em casa e sozinhos”. Segundo ele, foi algo da “imaginação de Ricardo Saud”, bem como o fato de ter dito que Janot iria advogar com Marcello Miller.

O Planalto afirmou que “o depoimento do senhor Joesley Batista mostra que ele mente mais uma vez”. A defesa de Cunha nega as acusações e afirma que prestará os devidos esclarecimentos oportunamente, quando convocado pelas autoridades. A assessoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI) foi contatada e não respondeu sobre as citações até a conclusão desta edição. A defesa do advogado Marcello Miller informou que só teve acesso ao pedido de prisão da PGR nesta segunda-feira e está preparando as medidas cabíveis.

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

fonte: Estadão Conteudo

 

 

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