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Garcia nega acordo para ocupar chefia da Casa Civil

fabio garcia reuniao demPor Danna Belle

HiperNotícias

 

O deputado federal e presidente do DEM em Mato Grosso, Fábio Garcia é um dos principais articuladores do projeto Mauro Mendes ao Governo e desmentiu a conversa sobre ser o próximo chefe da Casal Civil, caso o democrata seja eleito.

 

“Nunca conversei com Mauro Mendes sobre essa questão de secretaria, lá na frente. Não conversaremos isso até depois da eleição. Se for eleito, a partir daí começaremos a montar toda equipe”, justificou à Rádio Capital 101,9 FM, na manhã desta segunda-feira (30).

 

Garcia ainda prefere manter a humildade e acredita que será uma eleição complicada, pois os eleitores estão desanimados com o atual cenário da política.

 

“Primeiro deixar muito claro, não existe já ganhou, temos a convicção que será uma eleição muito difícil temos que conquistar a confiança dos eleitores, em especial em um momento desse da política. É algo desafiador”, comentou.

 

Em relação ao descrédito da política, Garcia foi questionado sobre sua avaliação do fato de o governador Pedro Taques (PSDB) ter sido citado, pelo cabo Gerson Corrêa, como responsável pelos grampos telefônicos ilegais realizadas por um núcleo da Polícia Militar em Mato Grosso.

 

“Sério, muito sério. A Justiça tem obrigação de aprofundar e esclarecer esses fatos. As pessoas precisam entender a gravidade das escutas clandestinas”, avaliou.

 

“A utilização de servidores públicos pagos pelo povo de Mato Grosso desviando de suas funções. A utilização do aparato e da máquina do Estado para, de forma clandestina, escutar as pessoas. Isso é um atentado à democracia. É uma invasão à intimidade e privacidade das pessoas utilizando para tanto do aparato público do Estado que deveria ser usado para o serviços públicos de qualidade”, completou.

 

O deputado ainda acredita no poder da Justiça para investigar o caso a fundo e punir os culpados.

 

“Precisa ser com muita profundidade, investigado pela Justiça. E os culpados, obviamente, punidos na medida que a lei prevê, a gente espera, portanto, que a Justiça atue sobre esse caso, esclareça e puna os culpados”, concluiu.

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