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Comparação da atual chapa com 1998 é “inventar fantasma”, diz Mendes

Por Danna Belle

HiperNotícias

 

O MDB decidiu trocar de palanque e, em vez de apoiar o senador Wellington Fagundes (PR), agora soma com o projeto a Governo do Estado do ex-prefeito Mauro Mendes (DEM). A aliança vem sendo questionada devido à muitas pessoas acreditarem que o MDB seria um “fardo”, levando à derrota como ocorreu em 1998.

 

A comparação acontece pelo fato do MDB (à época, PMDB) ter se unido ao DEM (antigo PFL) e lançado Júlio Campos como candidato a governador, disputando com Dante de Oliveira pelo PSDB, atual partido do governador Pedro Taques, nos anos 90.

 

“Isso é absolutamente diferente. Quem traz essa conversa não conhece o que aconteceu. Alguma vez briguei com o MDB? Eu tive o apoio do partido na prefeitura de Cuiabá, tinha dois vereadores e eles apoiavam a nossa administração. Estão tentando inventar um fantasma que não existe. Ficam tentando queimar o MDB”, respondeu Mauro sobre a comparação.

 

O ex-prefeito lembrou da sua gestão com apoio dos dois vereadores do MDB, apontando um bom relacionamento com a sigla e ressaltou a importância do partido por gerir grandes municípios mato-grossenses.

 

“O MDB ganhou a Prefeitura de Cuiabá em 2016. O prefeito Emanuel Pinheiro é do MDB. O partido tem hoje a Prefeitura de Barra do Garças, de Primavera do Leste, de Tangará da Serra, e de Alta Floresta. Das dez maiores cidades de Mato Grosso, cinco estão sendo administradas pelo MDB. Então, estão tentando inventar uma história que não existe”, disse em entrevista à Rádio Capital 101,9 FM, na manhã desta sexta-feira (20).

 

Em relação aos escândalos de corrupção registrados contra o MDB, em especial da gestão do ex-governador Silval Barbosa (ex-MDB), atualmente em regime semiaberto, Mendes parafraseou Pedro Taques.

 

“E agora vou dizer uma frase do atual governador: quem comete crime são as pessoas, não os partidos”, disse.

 

“Dentro de qualquer partido tem pessoa que não presta, que é vagabundo. Mas dentro de todos os partidos, tem gente boa, gente séria. Digo isso porque estou na política. Não conheço todo mundo, mas conheço muitas pessoas sérias e também conheço muita gente que não vale muita coisa”, concluiu.

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