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Campos acredita que influência de Maggi será decisiva em escolha de Mendes e descarta conflito

Por Jessica Bachega

HiperNotícias

 

Fora das eleições deste ano, o ex-governador Júlio Campos (DEM) afirma que a influência do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), será decisiva na escolha do pré-candidato a governo Mauro Mendes (DEM) entre Carlos Fávaro (PSD) e Adilton Sachetti (PRB) a vaga ao Senado. O político afirmou que não acredita em conflito na coligação devido à escolha de Mendes, que oficializou sua pré-candidatura na manhã desta terça-feira (24).

 

“Não querendo expor pessoalmente Blairo Maggi, mas ele está ao lado do Mauro Mendes para governador e dos candidatos que ele apoiar para o Senado Federal. É claro que a preferência pessoal dele é que fosse seu compadre, Adilton Sachetti, mas ele tem uma relação boa também com Carlos Fávaro, com quem faz corrida. São dois grandes aliados dele”, declara Campos.

 

Essa semana, Sachetti reforçou seu apoio incondicional a Mauro e também insistiu na concorrência à vaga para o Senado. Assevera que não irá aceitar outro cargo para disputar, senão o de senador. Caso contrário, irá se dedicar á sua família. Anteriormente, Sachetti havia cogitado se unir ao concorrente de Mauro, Pedro Taques (PSDB).

 

Campos afirma que o “retorno” de Sachetti à chapa de Mendes teve influência da Maggi, pois ambos são amigos próximos de longa data.

 

“É claro que a influência é decisiva. Sachetti é um dos amigos mais próximos do Maggi, além de serem vizinhos em Rondonópolis. São companheiros. Quando o conheci, Sachetti era arquiteto do doutor Maggi, ainda em 1983”, pontua.

 

O ex-governador acredita que, caso Mauro escolha Fávaro para a vaga ao Senado, não haverá ruptura na chapa, pois Sachetti defende fortemente seu direito de também concorrer ao cargo de senador.

 

Sachetti é muito correto, comedido, equilibrado. Posso testemunhas sua lisura e honestidade como homem público quando fui conselheiro do TCE e julguei as contas de quando ele era prefeito de Rondonópolis. Acredito que uma vez que ele rejeitou os convites do Taques e apoiou Mendes, ele vai cumprir as normas e a posição que ele vai ser instalado. Ele é um grande companheiro e não vai haver essa dissidência, não”, ponderou.

 

A coligação de Mendes tem direito a duas vagas para candidatos ao Senado. Uma delas já está definida para Jayme Campos (DEM) e a segunda é disputada por sachetti e Fávaro.

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