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Blog do Mauro na Gazeta

 

Limpando a ficha

 

A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de reconduzir o deputado José Riva à Presidência da Assembleia Legislativa (ele estava afastado por decisão do TJ), mais do que uma vitória jurídica é fato que tem forte repercussão política e certamente será usado na campanha eleitoral no sentido de combater as condenações sofridas pelo parlamentar no âmbito da Justiça estadual.

 

Ficha limpa

 

O advogado Rodrigo Mudrovitsch, responsável pela defesa de José Riva nos tribunais superiores, é o mesmo que cuida do recurso eleitoral contra o indeferimento do registro da candidatura do deputado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mudrovitsch está convicto de que conseguirá reverter a decisão do TRE. Mais que isso, aposta na anulação das quatro condenações impostas pelo Judiciário mato-grossense. Se conseguir, Riva voltará a ser “ficha limpa”.

 

Casa dos horrores

 

A Câmara de Cuiabá, tudo indica, continuará vivendo sob intenso questionamento moral e instabilidade institucional. Acusado pelo Ministério Público de fraudar o processo legislativo (teria aprovado leis sem passar por votação do plenário), Júlio Pinheiro (PTB) foi reconduzido ao comando do Parlamento municipal. São os horrores da política cuiabana.

 

Malfeitos

 

A estratégia adotada pelo candidato José Riva (PSD) durante o debate da TV Record segue repercutindo na mídia e nos bastidores da política. Riva usou o debate para imputar ‘malfeitos‘ ao candidato oposicionista Pedro Taques (PDT).

 

Desconstrução

 

Riva tenta desconstruir a imagem de Taques usando a prescrição do caso Cooperlucas, que teria beneficiado seu coordenador de campanha Otaviano Pivetta, a suposta fraude na ata das eleições de 2010, a investigação da Operação Ararath e a utilização não declarada de avião na campanha para o Senado.

 

Resposta

 

Taques já distribuiu para a imprensa certidões do STF, da Polícia Federal e da Procuradoria da República atestando que nem ele, nem sua mulher Samira Martins, são alvos de investigação criminal. No debate, disse que suas contas de campanha foram aprovadas pela Justiça Eleitoral e que a questão da ata está superada.

 

Fantasma de Taques

 

Além de ser cobrado pelas alianças que fez (uma bobagem, diga-se) com o DEM, PP, PSDB e PTB, Taques acaba tendo que explicar a participação no comando de sua campanha de figuras questionáveis, caso de Luiz Antonio Pagot (PTB), o fantasma do Senado que já foi inquirido pelo candidato na CPI dos Transportes.

 

 

 

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