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Alerj tentará acelerar contratação de professores para colégio

1Por Agência Brasil 

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) vai tentar acelerar o processo de contratação de 30 professores que foram aprovados no último concurso público e que ainda não foram chamados para trabalhar no Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP-Uerj). Hoje (1º), o presidente da comissão, deputado Comte Bittencourt (PPS), reuniu-se com pais, alunos e professores da escola no campus do Colégio de Aplicação em Rio Comprido, zona norte da cidade.A falta de professores para atender a todas as turmas, causada pelo não preenchimento das vagas abertas no último concurso, e a autorização de menos vagas do que o necessário provocaram atraso no início das aulas, previsto inicialmente para o dia 2 de março.

Durante a reunião, foram apresentados à comissão detalhes da situação relativos à falta de professores e às necessidades da instituição para concretizar a regularização das aulas. De acordo com o colégio, até o ano passado, a grade incluía 104 professores substitutos e 106 efetivos. Depois de uma decisão judicial, todos os substitutos foram dispensados. Um novo concurso autorizou 65 vagas para a unidade, porém, até o dia 16 de março, 28 professores tinham sido contratados.

Os alunos do 1º ao 5º anos do ensino fundamental voltaram às aulas no último dia 31, mas com a grade incompleta. Para os que estão no 6º ano do fundamental e no 1º e 2º anos do ensino médio, períodos que mais sofrem com a falta de professores, a previsão é que as aulas se iniciem no próximo dia 13. O 3º ano do ensino médio está com o calendário escolar regular. Segundo a assessoria da Comissão de Educação, novos professores concursados e contratados começaram a ser chamados no início deste mês.

De acordo com comunicado divulgado pelo Colégio de Aplicação, a instituição ressaltou que tem trabalhado exaustivamente nos diferentes setores da unidade, incluindo reuniões constantes dos departamentos e equipes para avaliar as condições e possibilidades desse atendimento letivo. Para cumprir o calendário, os alunos têm de cursar 200 dias letivos, independentemente de quando as aulas começam.

Além dos problemas para o início das aulas, a instituição enfrenta deficiência com os serviços de limpeza, em decorrência de atraso no pagamento dos funcionários.

 

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