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Fórum oficializa cancelamento de coletiva do Brasil com Bolsonaro em Davos

Reprodução/Internet

Por Estadão Conteúdo

 

Após 15 minutos de atraso, a organização do Fórum Econômico Mundial de Davos anunciou oficialmente que a coletiva de imprensa prevista para as 16 horas local (13 horas de Brasília) com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e ministros que o acompanham na comitiva a Davos foi cancelada. Primeiro, surgiu a informação de que o presidente não viria mais e que os ministros seriam encarregados de falar com os jornalistas. Depois, que a entrevista teria sido cancelada por completo.

 

Os ministros seriam Sergio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

 

Há rumores extraoficiais de que a coletiva foi suspensa porque o governo estaria insatisfeito com a cobertura da imprensa durante o Fórum.

 

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Pacote de Moro propõe ampliar confisco de bens

Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, vai defender no Congresso mudanças na legislação para permitir o confisco de bens comprados com recursos ilícitos ou derivados de crime, mesmo que não haja comprovação de que tenham sido obtidos ilegalmente. No pacote que pretende encaminhar em fevereiro aos parlamentares, Moro vai incluir o chamado confisco alargado, que autoriza o poder público a retirar da propriedade de condenados por crimes como corrupção, tráfico de drogas e associação criminosa tudo aquilo cuja origem eles não conseguirem comprovar como lícita.

 

Promessa de campanha de Jair Bolsonaro, mudanças na legislação visam a fortalecer o combate à corrupção e ao crime organizado. Moro apresentou na sexta-feira passada ao presidente as proposições que pretende incluir no plano, mas elas ainda não estão totalmente fechadas.

 

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‘Apurar e punir se for o caso’, diz Mourão sobre Flávio Bolsonaro

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Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, recorreu novamente a uma expressão militar para defender apuração no caso envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro.

 

“Qual é a sigla? Tu já sabe. Apurundaso. Apurar e punir se for o caso”, declarou Mourão ao ser questionado sobre a entrevista de Jair Bolsonaro à TV Bloomberg em Davos (Suíça). O presidente afirmou que, se o filho vier a cometer algum erro, ele terá que pagar o preço.

 

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‘Se Flávio errou, ele terá de pagar e eu lamento como pai’, diz Bolsonaro

Foto: Sergio Lima / AFP / CP

Por Estadão Conteúdo

 

O presidente Jair Bolsonaro diz que lamentará, como pai, se as suspeitas sobre o filho Flávio Bolsonaro venham a ser confirmadas. Ele disse que, caso isso aconteça, o senador eleito pelo PSL-RJ deve ser punido e chamou as acusações de “ações inaceitáveis”.

 

“Se por acaso Flávio errou e isso ficar provado, eu lamento como pai. Se Flávio errou, ele terá de pagar preço por essas ações que não podemos aceitar”, disse o presidente à TV Bloomberg em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial.

 

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Economia, Venezuela e Battisti são temas de Bolsonaro em Davos

Presidente Jair Bolsonaro discursa durante Sessão Plenária do Fórum Econômico Mundial em Davos.

Alan Santos / PR

Por Agência Brasil

 

Em seu terceiro dia em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro tem hoje (23) reuniões sobre diversos temas, entre eles as perspectivas econômicas, políticas e sociais sobre o Brasil, as questões bilaterais, como a extradição do italiano Cesare Battisti, e o agravamento da crise na Venezuela.

 

O presidente terá um almoço de trabalho denominado “O Futuro do Brasil” e, em seguida, se reúne com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte. O encontro ocorre dez dias depois de Battisti ser capturado e preso, na Bolívia, para onde fugiu do Brasil, na tentativa de escapar da extradição.

 

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‘O Brasil merece alguém melhor’, diz economista Robert Shiller

bolsonaro

Alan Santos/PR

Por Estadão Conteúdo

 

Uma mistura de medo, interesse e certa satisfação. Foi assim que empresários, economistas e a elite da finança internacional receberam, no Fórum Econômico Mundial, em Davos o discurso do presidente de Jair Bolsonaro – que, em menos de dez minutos, tentou convencer o mundo de que o Brasil “mudou”.

 

“O Brasil é um grande país. Merece alguém melhor”, disse o americano Robert Shiller, prêmio Nobel de Economia. “Ele me dá medo”, insistiu.

 

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Flávio Bolsonaro homenageou em 2004 suspeito de participar da morte de Marielle

Foto: Marcelo Camargo/ABr

Por Estadão Conteúdo

 

Um dos alvos da Operação Intocáveis, que prendeu nesta terça-feira, 22, suspeitos de participarem do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) no ano passado, o major da Polícia Militar do Rio de Janeiro Ronald Paulo Alves Pereira, foi homenageado pelo senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) em 2004, quando este era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

 

Na época, Flávio fez uma Moção de Louvor e Congratulações que homenageasse o policial por “importantes serviços prestados ao Estado do Rio de Janeiro quando da operação policial realizada no Conjunto Esperança no dia 22 de janeiro de 2004”, um confronto que teria resultado na morte de três pessoas.

 

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Mourão: discurso em Davos foi geral; detalhamento de propostas é com o Congresso

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

 

Ao comentar o discurso do presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta terça-feira, 22, que a fala está de acordo com o que o governo está pensando e que o detalhamento das propostas deverá ser feito com o Congresso.

 

Em seu discurso, Bolsonaro defendeu a realização de reformas, entre elas a da Previdência, mas não entrou em detalhes sobre as propostas. “Detalhamento, isso é no particular. Lá o cara fala do geral. O detalhamento é quando você vai discutir com o Congresso, aí tem que ser detalhado”, afirmou Mourão ao chegar para despachar em seu eu gabinete, no Palácio do Planalto.

 

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Juiz Bonat é 1º em lista do TRF4 para assumir Lava Jato no Paraná

Por Felipe Pontes

Agência Brasil

 

O juiz federal Luiz Antonio Bonat é o primeiro na lista para ficar à frente da Operação Lava Jato em Curitiba após a saída de Sergio Moro, que deixou a magistratura no ano passado para assumir o Ministério da Justiça.

 

Com 25 anos de carreira, Bonat é o juiz federal com maior tempo de carreira em toda a jurisdição do Tribunal Regional Federa da 4ª Região (TRF4), que lançou o edital para o preenchimento da vaga na 13ª Vara Federal de Curitiba.

 

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Mourão assiste à troca de comando em regimento militar no Rio

 O Presidente da República, em exercício, General Hamilton Mourão, durante passagem de Comando do II Regimento de Cavalaria de Guarda, Regimento Andrade Neves.

Romério Cunha/VPR

Por Vinícius Lisboa

Agência Brasil

 

O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, participou hoje (22) da transmissão de comando do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, para o tenente-coronel Antonio Cesar Esteves Mariotti, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. Mourão não discursou.

 

Mourão ocupa interinamente a Presidência da República enquanto o presidente Jair Bolsonaro está em Davos, na Suíça, onde discursa hoje no Fórum Econômico Mundial.

 

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